Onde se fala em avós, afectos e direitos
Porque falar sobre avós e netos também pode ser – e é – um acto de AMOR, o mesmo que o Senhor Deus nos deu para ofertar sem saldos ou meias-palavras…
Porque falar sobre avós e netos também pode ser – e é – um acto de AMOR, o mesmo que o Senhor Deus nos deu para ofertar sem saldos ou meias-palavras…
Aceitar o desafio de repensar o nosso modelo educativo, a forma como o analisamos e avaliamos é um ato corajoso e desafiante que seguramente se fará de avanços e recuos e com resultados apenas visíveis a longo prazo.
O tema da exposição “Épico e Trágico, Camões e os Românticos” insere-se essencialmente no período de transição para o Romantismo português, durante o qual se começou a sentir um crescente fervor pela celebração da nacionalidade.
Estes e outros exemplos mostram, infelizmente, que a arte de tirar fotografias se foi perdendo com a banalização do ato. Em rigor, não apenas perdemos os objetos que fotografamos como também desprezamos o ato de fotografar.
Mas, enquanto muitos de nós pensam nos seus destinos de férias – seja praia, campo ou uma cidade diferente – penso em todas as pessoas que não têm essa possibilidade.
Mais do que uma escola que se mede pelos resultados quantitativos que produz, precisamos de escolas abertas à imaginação, aos sentimentos, aos afectos, à curiosidade, à reflexão, ao tédio e ao ócio, ao amor, à verdade e à sabedoria.
Só que os livros são bons (melhores do que nós), e perdoam-nos sempre — até mesmo quando passam uma semana inteira esquecidos num saco de pano. A nós, a praia sabe-nos sempre bem. Aos nosso livros, nem sempre.
As crianças têm o direito à reserva da sua vida privada. Esse direito é oponível a todos os que o estejam a atacar, mesmo que essas pessoas sejam os pais. Longe vão os tempos em que os pais punham e dispunham dos filhos como entendiam.
Desconfio de tudo o que na Igreja é “neo”: neo-barroco, neo-gótico, neo-conservadorismo. Soa a desejo de voltar a um passado que perdeu o seu lado concreto e a falta de fé no princípio absolutamente basilar da fé cristã que é a Encarnação.
«Não gosto, logo não existes! Se os gostos ou não gostos instantâneos, apressados e sem história, são a medida de todas as coisas, podemos perder a força dos vínculos, das relações e da história que já existe com outros, connosco próprios.