O que guardamos para fazer memória?
Precisamos de cuidar melhor da nossa memória; de a reconhecer como um verdadeiro dom e de aprender a contemplar a nossa vida, sem pressa.
Precisamos de cuidar melhor da nossa memória; de a reconhecer como um verdadeiro dom e de aprender a contemplar a nossa vida, sem pressa.
Quantos de nós vagueamos pelas redes, num refresh contínuo e com uma sensação de vazio e de tempo mal gasto, enquanto a vida corre “lá fora”? Talvez o tempo de férias seja o ideal para nos libertarmos deste vício.
Comida e música – não se gosta logo de tudo. É natural que não se goste logo de tudo. Ainda bem que não se gosta logo de tudo. Melhor do que gostar é aprender a gostar.
“Mais que nunca, a Eucaristia é hoje, nesta era do digital, um lugar onde podemos continuar a ser humanos.”
Se a beleza é parte do caminho de salvação, como encontrar a beleza onde ela aparentemente parece não existir?
Um novo olhar sobre esta festa como uma aprendizagem para a vida em sociedade e em Igreja.
Quando passam dois meses da partida do Papa Francisco, relembramos a sua história de vida fecunda, testemunho de uma espiritualidade vivida à maneira de Santo Inácio.
Lidar com a nossa tristeza e a dos outros é uma aprendizagem. Não podemos escolher não sentir tristeza diante das perdas, mas podemos impedir que as perdas signifiquem tristeza.
Acabamos por viver como se o Seu amor estivesse condicionado à nossa perfeição. Como se a Sua proximidade dependesse de nunca errarmos, de nunca cairmos, de estarmos sempre à altura.
Precisamos de redescobrir formas novas e corajosas de voltar a unir, na fé e na vida, o afeto com a ação, a vida interior com o compromisso no mundo