Unir os pontos, tecer a vida: as marcas de 2019
O final do ano é tempo de balanço. O Ponto SJ, com a ajuda dos leitores, elegeu os temas mais importantes de 2019. Os resultados estão agora disponíveis e são comentados por três jornalistas.
O final do ano é tempo de balanço. O Ponto SJ, com a ajuda dos leitores, elegeu os temas mais importantes de 2019. Os resultados estão agora disponíveis e são comentados por três jornalistas.
Acontecimentos ou figuras que, em 2019, foram sinal de esperança, mas também encerram em si interrogação ou incerteza. Vote online no melhor ponto de interrogação de 2019.
Acontecimentos ou figuras que, em 2019, foram sinal de abertura e aproximação, gerando espaços, experiências ou processos de encontro. Vote online no melhor ponto de encontro de 2019.
Acontecimentos ou figuras que, em 2019, iluminaram a realidade e nos ajudaram a olhar para o mundo à nossa volta de modo mais profundo. Vote online no melhor ponto de luz de 2019.
Papa convidou jovens até aos 35 anos a (re)pensar o presente modelo económico, num evento que acontecerá em março de 2020, em Assis. Ricardo Zózimo integra a preparação deste encontro e fala-nos do que é a Economia de Francisco.
É importante dar prioridade ao cuidado pela vida dos nascituros e dos doentes terminais, mas igualmente ao cuidado pela vida dos que, já tendo nascido, não são respeitados na sua dignidade.
Os sindicatos são movimentos sociais independentes, mas parece inegável o peso que determinados partidos e as suas agendas políticas exercem sobre eles. Estará a descredibilização do movimento sindical relacionada com a sua partidarização?
Quarenta e cinco anos depois do discurso inaugural que marcou o 25 de Abril, hoje, dia em que se assinala o 25 de Novembro, é relevante perguntar: a que Estado chegámos nós?
Manter os braços cruzados em defesa de um ‘status quo’ que começa a não ser significativo para muitos é talvez a melhor forma de agravar os conflitos e chegar a situações nada desejáveis.
É inaceitável que continuem a existir portugueses que vivem na rua, dormindo em tendas, em camas de cartão, em portadas de prédios, envoltos em mantas sujas, nas ruas em que circulamos diariamente e onde os ignoramos.