Episódio 3 dos 50 anos do CUMN – o presente
Nesta conversa, três jovens universitários partilham a sua rotina no CUMN, o que aqui descobriram e como isso tem transformado a sua vida humana e espiritualmente.
Nesta conversa, três jovens universitários partilham a sua rotina no CUMN, o que aqui descobriram e como isso tem transformado a sua vida humana e espiritualmente.
Segundo a tradição cristã, converter-se é tornar-se semelhante a Jesus Cristo na sua comunidade. É o tema do segundo episódio da rubrica “Palavras caídas do céu”, com o P. Nuno Tovar de Lemos, sj.
O ser humano, porque criado à imagem e semelhança de Deus-que-é-assim, aprende que a verdade de si mesmo não está em impor-se como um soberano prepotente nem em contemplar-se como Narciso estéril, mas que está em ser-para-outro.
Paróquia algarvia da Mexilhoeira Grande acolheu o P. Domingos Monteiro da Costa em 1975, que aí desenvolveu um enorme trabalho pastoral e social. Este sábado, celebrou-se esta efeméride com uma eucaristia e festa.
A realidade de hoje não é menos desafiante que no tempo de Inácio: os descartados, os refugiados e os migrantes, os jovens sem esperança, o cuidado da casa comum, etc. Deus habita e trabalha no mundo, daí a Esperança.
Este encontro acontecerá nos dias 22 e 23 de novembro e será uma oportunidade para olhar para a herança deixada por um homem que levou a experiência do carisma inaciano ao mais alto ministério da Igreja. Inscrições abertas.
Nesta conversa, três frequentadores de gerações diferentes do CUMN – Luís Boavida, Gonçalo Lourenço e Alexandra Fonseca – recordam histórias, lugares e pessoas e testemunham a marca que o centro deixou nas suas vidas.
Arranca hoje a rubrica Palavras caídas do céu. No primeiro episódio, o P. Nuno Tovar de Lemos, sj fala-nos desta virtude que leva à construção do futuro na certeza de que a história tem um sentido final.
Celebramos meio século de história do CUMN através de imagens que capturam momentos, pessoas e memórias desde 1975 até à atualidade.
O P. Cruz aprendeu a fazer da sua vocação e da sua vida, da sua missão e ação sacerdotal, um ato contínuo de amor a Deus e ao próximo. Como Santa Teresinha o Padre Cruz podia afirmar “a minha vocação é o amor”.