“Partilhar o ministério da humanidade sofredora”
O P. Francisco Rodrigues, sj esteve presente no lançamento do último livro do P. José Augusto Sousa que que teve lugar há poucos dias na Covilhã e deixa-nos o registo desse momento.
O P. Francisco Rodrigues, sj esteve presente no lançamento do último livro do P. José Augusto Sousa que que teve lugar há poucos dias na Covilhã e deixa-nos o registo desse momento.
A história bíblica de Gedeão ilustra o perigo dos “prolongamentos” indesejados. Não estará o Papa (emérito) Bento XVI a ceder perigosamente a uma tal dinâmica? A propósito do seu mais recente livro, em coautoria com o Cardeal Robert Sarah.
Há algum modo simples de entender o essencial da Sagrada Escritura? Antes de mais, há que ter a noção que a Bíblia não é um livro, mas uma biblioteca cujos livros focam os diferentes aspectos da relação entre Deus e o seu povo.
Poder-se-á, com alguma razão, dizer que nada há de novo na história de Star Wars. O surpreendente em Star Wars, no entanto, não foi a história: foi a forma como George Lucas no-la contou.
Encerramos o tempo de Natal com uma proposta musical. Na Epifania celebramos a manifestação de Deus na pobreza de uma manjedoura, na mais inesperada circunstância, diante de pobres e ricos, de pastores e sábios, de locais e forasteiros.
Neste arranque de 2020, Isabel Figueiredo fala-nos da inquietação, não do desconhecido, mas do que seremos capazes de fazer com a nossa vida e com a vida dos outros. Somos chamados a mais do que a viver de gostos e de inquietações.
O que torna um ano fantástico, ou menos, tem a ver com o quê? Muitas vezes analisamos o que vivemos com base em perceções que não correspondem a factos concretos, mas mais a sentimentos, ou sensações que absolutizamos.
Celebra-se amanhã a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e também o Dia Mundial da Paz. Estamos ainda no tempo litúrgico do Natal e a música contínua a acompanhar-nos, dispondo-nos a receber o novo ano.
Depois dos vídeos que nos acompanharam no Advento, a família Pinto diz-nos como é desafiada pelo Evangelho do Domingo da Sagrada Família. Uma denúncia das arbitrariedades do poder e um convite a compreender como Deus fala a cada pessoa.
Na véspera da celebração da Sagrada Família, publicamos uma entrevista sobre o acolhimento da Amoris Laetitia na Igreja. Nela, o teólogo jesuíta James Keenan diz que na Igreja, “os piores conflitos têm a ver com o poder e não com a verdade”