A minha sorte
A pobreza aumentou, as desigualdades denunciaram-se e afundaram-se e o elevador social da educação parou e avariou-se. E ninguém quer saber. Ninguém que possa concertá-lo quer saber. E é assim que começam os conflitos sociais.
A pobreza aumentou, as desigualdades denunciaram-se e afundaram-se e o elevador social da educação parou e avariou-se. E ninguém quer saber. Ninguém que possa concertá-lo quer saber. E é assim que começam os conflitos sociais.
Para que as nossas crianças e jovens cresçam em autonomia e na capacidade de fazerem escolhas responsáveis, deveríamos incentivar, na família e na escola, situações em que possam treinar escolher por elas próprias.
Evento, este ano num formato diferente, será no dia 26 de junto e destina-se a angariar fundos para prestar apoio social aos alunos do Colégio das Caldinhas.
Depois do primeiro embate do coronavírus no mundo da educação, da negação ou mesmo ansiedade, é agora o tempo da aceitação e de pensarmos em oportunidades de aprendizagem contínua, desafiando quer direcções de escolas, quer educadores.
Na primeira edição do Podcast “Pontos de Vista”, Alexandre Homem Cristo e Gonçalo Leite Velho defendem que não tem existido um verdadeiro ensino à distância, mas antes um ensino de emergência que tem ampliado as desigualdades.
No Evangelho, encontramos, por várias vezes, referências de Jesus aos pequeninos. Enquanto professora, isso traz luz à minha rotina e à forma como procuro acompanhar os meus alunos.
Artigo sobre educação, que consta no Manual de Desintoxicação (livro Ponto SJ), foi o mote para a conversa com o jesuíta. P. Nuno Tovar de Lemos avaliou também o tempo que estamos a viver e o que aí vem.
A história recente dos museus tem sido marcada por novos conceitos de público e inevitavelmente a consciência de que os museus podem e devem participar no processo de educação e formação dos cidadãos.
Pedro Valente, diretor pedagógico do Colégio São João de Brito, explica ao Ponto SJ como tem corrido o ensino à distância, sublinhando que os tempos da escola não são os tempos de casa. E fala do regresso às aulas, já na segunda-feira.
Sim, famílias perfeitas, claro que os miúdos precisam de ordem, de estrutura, de trabalho árduo. Mas a verdade é que, aqui como no resto da vida, a realidade raramente é como nós achamos.