Quanto vale uma vida inteira?
“Uma vida inteira” de Robert Seethaler é um livro com a qualidade encantatória das coisas simples.
“Uma vida inteira” de Robert Seethaler é um livro com a qualidade encantatória das coisas simples.
De certa forma, a confiança que temos uns nos outros é também a confiança que temos em Jesus. Se pensarmos que é nas pequenas coisas do dia-a-dia que vemos a Sua presença na nossa vida, este jogo é para mim, sem dúvida, um exemplo disso.
Talvez o desafio para os próximos anos não seja nem a questão da informação científica, nem da consciencialização, mas antes a promoção, em todos os processos educativos, de uma real literacia ambiental
Longe das abstrações conceptuais sobre a pobreza e a promoção da justiça, estas pessoas concretas mostram-nos a autenticidade do trabalho social dos jesuítas.
O primeiro passo é habituarmo-nos a dizer que não. Talvez assim consigamos sair do modo de sobrevivência, e possamos gozar as nossas famílias e viver plenamente os compromissos espirituais e cívicos para com a comunidade onde nos inserimos.
A inovação pedagógica tornou-se uma moda. E, lamentavelmente, assumiu o que de menos bom pode ter uma moda, sobretudo quando falamos de educação: a ilusão da novidade, a superficialidade do transitório e o deslumbramento do vendível.
A combinação do que é único e bom com as perspetivas para o futuro do país deixa muitos de nós paralisados. Onde é que os nossos filhos ficam melhor, cá ou lá?
O passado não deve ser ignorado, precisamos de o resgatar para compreender um hoje que rapidamente se vai transformar em mais um ontem.
Ou a União Europeia dá passos no sentido de melhorar e aprofundar a integração política, ou corre o sério risco de se desintegrar, voltando ao “orgulhosamente sós” de que alguns vão manifestando saudades…
Neste texto gostava de partilhar algumas reflexões sobre a forma como educamos para a felicidade, numa tentativa de, a partir do ano inaciano, estruturar uma pedagogia da ferida que ajude o aluno na construção do seu projeto de vida.