Mas, afinal, quem são os Yazidi?
No último mês, diferentes organizações internacionais destacaram personalidades e acontecimentos que têm em comum a sua origem. Aos Yazidi foi-lhes dado, finalmente, tempo de antena.
No último mês, diferentes organizações internacionais destacaram personalidades e acontecimentos que têm em comum a sua origem. Aos Yazidi foi-lhes dado, finalmente, tempo de antena.
Que “deus” foi invocado durante a campanha? Esta pergunta é importante. Certamente não o Deus de Jesus Cristo, que se coloca do lado dos mais frágeis e não promove nenhum tipo de violência ao ser humano.
Voltamos hoje ao tema da eleição do juiz Brett Kavanaugh. Miguel da Câmara Machado responde a Carla Quevedo expondo 13 razões pelas quais julga que votar para confirmar aquele juiz para o Supremo Tribunal americano foi uma decisão sensata.
Será que, nesta era da pós-verdade, é tanta a preocupação — nas artes, no jornalismo, na publicidade, nas relações sociais até — em fazer tudo “parecer” verdade que já não há espaço para a verdade que pode “ser”?
Uma coisa parece inequívoca: Romero e Francisco unem-se através da sua opção preferencial pelos pobres e essa opção leva-os a (re)encontrarem-se nesta necessidade de questionar e denunciar a raiz dos problemas sociais.
Num Orçamento do Estado para 2019 que nada muda em termos agregados, perguntamo-nos se são justas duas medidas redistributivas – manuais escolares gratuitos até ao 12º ano e redução da propina universitária máxima.
Assistimos hoje e cada vez com mais regularidade a “outros confrontos desportivos” de uma ferocidade extrema não tanto por atletas ou equipas técnicas mas por espectadores e adeptos, por dirigentes, comentadores e jornalistas que negam tudo aquilo que o desporto deve ser.
Porque é que sair tarde do trabalho é socialmente percecionado como algo meritório ou, pelo menos, aceitável? Em diversos países do Norte da Europa passa-se precisamente o contrário.
Há um sentimento de desconforto mais ou menos generalizado. Perante este cenário, uns dizem: é o verniz do ‘politicamente correcto’ a estalar.
É muito mais cómodo não querer ver nem sentir, continuar no sofá a falar de discriminação, acusar os professores e escolas que tentam fazer diferente, em vez de os e as apoiar, acompanhar e ir corrigindo eventuais falhas.