A importância de um beijo e a essencialidade de um gesto
Somos verdadeiros “beijoqueiros”, como diz a graça corriqueira. Como utilizar a afetividade, quando parece que estamos proibidos de a exercer?
Somos verdadeiros “beijoqueiros”, como diz a graça corriqueira. Como utilizar a afetividade, quando parece que estamos proibidos de a exercer?
Cultivemos a curiosidade geradora, não cedendo à tentação de a ignorar ou de a tratar como infantilidade para a qual já não temos tempo; acima de tudo, abracemos a humildade, essencial para nos abrirmos às aprendizagens que nos transformam.
Um português racista é o herdeiro cultural daqueles que nunca tiveram a ousadia de partir, daqueles que se negaram a abrir as asas e cumprir Portugal. O racismo é um intruso cultural, e ser racista é negar Portugal.
Diz-se do teatro de Tchékhov que é de uma tristeza alegre. Ora, o cinema de Fellini consegue ainda uma outra espécie de milagre: é de uma tristeza feliz.
A decisão de usar o Twitter como uma ferramenta diplomática não tem corrido bem aos diplomatas chineses.
«Fratelli Tutti» – num tempo em que a nova «liturgia das horas» consiste na recitação do número de contágios diários, este texto foi recebido como uma palavra iluminadora.
Assinala-se hoje do Dia Mundial de Combate ao Bullying. Esta luta não é uma tarefa de um dia, nem de um grupo de pessoas, mas sim de todos os dias do ano e de todas as pessoas.
Este é o momento certo para os jovens adquirirem formação no domínio dos processos de participação cívica, articulando as competências ambientais e a cultura científica da sua geração, com uma educação para a ação cívica.
Verdade e diálogo não se opõem, são antes mutuamente necessários. Sem diálogo franco, honesto, limpo, corremos o risco de não nos libertarmos do nosso próprio olhar sobre as coisas, que é falível.
Se é preciso combater a hipersexualização das crianças, que abre caminho à pedofilia como opção, não podemos re-criar a hipersexualização das crianças, nem mesmo sob as vestes de arte.