O silêncio puro da oração
Um homem morre por nós, a pena que seria nossa, assume-a ele. Ama-nos de tal forma que nem nós conseguimos compreender bem o porquê, pois não somos dignos de algo tão grande.
Um homem morre por nós, a pena que seria nossa, assume-a ele. Ama-nos de tal forma que nem nós conseguimos compreender bem o porquê, pois não somos dignos de algo tão grande.
Recuperar a mortalidade do homem é, pois, condição de possibilidade do anúncio do Evangelho, pois é na consciência da morte pessoal que a Páscoa de Cristo acontece como experiência pessoal da salvação.
É urgente, por isso, fazer o elogio da mesa. Da mesa autêntica, daquela onde há lugar para todos e a palavra é livre. Porque a tentação, talvez a maior do nosso tempo, é de só nos sentarmos em mesas à medida da nossa mesquinhez.
Presidente da Fundação Ajuda a Igreja que Sofre (AIS), Catarina Martins, diz que há zonas historicamente ligadas ao cristianismo, como o Iraque, de onde os cristãos estão a desaparecer.
Uma leitura comparada da crucificação no Corão e na Bíblia, e ainda David Beckham, Charles Péguy e algumas obras-primas da pintura.
É frequente considerar que uma primeira decisão no sentido de legalizar a eutanásia, mesmo que de modo restrito, conduzirá a que esta venha a ser admitida em circunstâncias que hoje consideramos inaceitáveis. Será assim?
O conhecido pediatra americano morreu no dia 13 de março. Teve um papel significativo na compreensão dos comportamentos de recém-nascidos. Aqui o testemunho de quem o conheceu de perto, Ana Teresa Brito, da Fundação Brazelton Gomes-Pedro.
David Bowie, Martin Scorsese, Tintoretto, uma pequena lição de direito romano e uma jóia de Victor Hugo para terminar.
O exemplo de Hawking é inspirador, sem dúvida, para quem enfrenta a doença na primeira pessoa. Ao mesmo tempo, a vida desafia-nos a não desistir de lutar por uma sociedade onde os frágeis possam ter um lugar.
Rute Agulhas, psicóloga, acompanha crianças e jovens, alguns em grande sofrimento. Diz que sociedade imediatista e consumo excessivo de tecnologia estão a gerar jovens que não sabem sonhar, esperar, nem lidar com a frustração.