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Que Brasil a partir de janeiro?

Jornalista brasileiro perspectiva o que se pode esperar do Brasil. Acredita que as hipóteses de um Bolsonaro autoritário no governo existem mas são minoritárias, pois ele liderou uma coligação alargada e precisará deles para governar.

“Treze razões” para confirmar um juiz

Voltamos hoje ao tema da eleição do juiz Brett Kavanaugh. Miguel da Câmara Machado responde a Carla Quevedo expondo 13 razões pelas quais julga que votar para confirmar aquele juiz para o Supremo Tribunal americano foi uma decisão sensata.

Maus equilíbrios

Porque é que sair tarde do trabalho é socialmente percecionado como algo meritório ou, pelo menos, aceitável? Em diversos países do Norte da Europa passa-se precisamente o contrário.

Retórica avançada

Mas como se resolve na prática esta questão, quando não há provas, passaram mais de trinta anos e quando o único “sinal” que temos é a ira do acusado e a tranquilidade do acusador num mundo de agitação estéril que privilegia a primeira e ignora a segunda; ou melhor, que não atribui valor nem a uma nem à outra?

Um país de incompetentes morais?

Somos hoje em dia um país de incompetentes morais: cuidamos mal da nossa memória; desprezamos a troca de ideias; e temos dificuldade em sustentar na prática aquilo que deveria levar a bom porto as nossas intenções.

O que aconteceu, Brasil?

Recusando explicações simplistas, e reconhecendo a complexidade da situação, o jornalista Gabriel Castro faz uma análise do que aconteceu no Brasil no domingo. E aponta cinco fatores que ajudam a explicar o fenómeno Bolsonaro.

O último ano desta maioria

Analisando os textos da rubrica “A política interessa-nos” (PCP, CDS, BE, PS e PSD), o jornalista David Dinis prevê uma campanha eleitoral de ruptura suave. Acredita ainda que daí sairá uma legislatura onde o PS tentará governar em minoria.