Um enigma de Rembrandt
Um quadro misterioso, uma lição sobre a tradição e uma reflexão de Jean Guitton sobre a dúvida, para terminar.
Um quadro misterioso, uma lição sobre a tradição e uma reflexão de Jean Guitton sobre a dúvida, para terminar.
Superiores e diretores das comunidades e instituições dos jesuítas em Portugal reuniram-se em Cernache para aprofundar o conhecimento das Preferências Apostólicas Universais. O encontro foi orientado pelo P. Hermínio Rico, sj.
O Santo Padre declarou que, de momento, não há condições para que, na Igreja católica, se possam admitir mulheres ao primeiro grau do sacramento da Ordem, como diaconisas. Com efeito, foi inconclusiva a investigação realizada pela comissão.
O que terá Harry Potter a ver com a morte e a ressurreição de Jesus? E o que será que Marcião se esqueceu de aprender com o Messias? Não perca mais este “episódio” do Prixm e saboreie ainda as palavras do grande Maurice Blondel.
Campanha de donativos online angariou cinco mil euros que serão aplicados na melhoria dos conteúdos e funcionalidades do portal dos jesuítas em Portugal. Com este apoio, que muito agradecemos, prometemos fazer mais e melhor.
Chamo “etiqueta” ao simples cumprimento exterior das regras ou normas que se convencionou observar na vida social. E chamo “educação” àquilo que, ultimamente, essas mesmas regras pretendem proteger e promover.
Para o PRIXM de hoje, convidámos Manny e a Idade do Gelo, Jean Guitton, Ferdinand Bol e o nosso pintor espanhol preferido, para nos perguntarmos…
Valer para a eternidade não pode querer dizer marcar golos na liga da felicidade, ou pontos num ranking celestial; não corresponde a uma conquista, mas a um desejo de resposta. O amor de Deus já está dado todo, inteiro, para sempre.
Joaquim Phoenix no grande ecrã, o pincel d’El Greco e de Rembrandt para responder hoje à pergunta que nos ocupa: Quem é, afinal, Maria Madalena?
Quanto mais desfiguradas as vítimas, mais facilmente são expulsas do território dos vivos. Mas o que aconteceria se fosse dada a palavra à vítima? Se a história fosse uma narrativa a partir do olhar da vítima?