Cultura: soft skill ou hardcore?
A melhor definição de cultura que conheço era (e é) repetida frequentemente pela minha mãe: “Cultura é o que fica quando esquecemos tudo o que aprendemos”.
A melhor definição de cultura que conheço era (e é) repetida frequentemente pela minha mãe: “Cultura é o que fica quando esquecemos tudo o que aprendemos”.
Novo número da revista Brotéria apresenta, no seu editorial, estratégias da espiritualidade inaciana para fazer frente à desolação, que, nestes temos difíceis, se pode instalar.
Esta semana a Brotéria sugere o livro O sonho é um grande escritor, publicado pela Assírio & Alvim. Uma colectânea de 200 páginas que é também uma janela para a intimidade desta escritora portuguesa.
Chegados ao século XXI, em plena pandemia, subsistem resquícios do discurso do “bode expiatório”, possivelmente para esconder a incapacidade para lidar com o problema ou para contornar a urgência da reflexão sobre as suas reais causas.
O P. Vasco Pinto de Magalhães vai orientar um curso sobre discernimento promovido pela Brotéria no âmbito da iniciativa “Cursos da Aula da Esfera”. Esta formação decorre de 16 a 18 de fevereiro.
A proposta de hoje é heterogénea e perpassa vários estilos musicais. Uma diversidade normal numa família numerosa, um casal e quatro filhos, onde se respira música desde que se nasce.
Esta semana, a Brotéria sugere um artigo sobre uma peça “arquitectónica”, presente no Museu Nacional de Arte Antiga: uma custódia-cálice seiscentista.
A mensagem fundamental é que precisamos de “Descentrar-se e transcender”, recordando também a Doutrina Social da Igreja, nomeadamente os princípios do Bem Comum, Solidariedade e Subsidiariedade: “a fraternidade é hoje a nossa nova fronteira”
Habituado a andar com as horas trocadas, o jornalista do Observador preparou uma playlist a pensar naqueles a quem o trabalho, alguma preocupação, insónia ou simplesmente o gosto de ficar acordado pela noite fora troca os horários.
Para esta semana, a Brotéria traz o novo livro de Jacinto Lucas Pires, que nos conta a história de Kate Souza, uma protagonista assaltada por dúvidas sobre o lugar que a literatura deve ocupar.