Mudança de capítulo…
Necessitamos de mudar de capítulo deste nosso livro português, para voltarmos a sentir a alegria de sermos quem somos e querermos ser aquilo que ainda não somos.
Necessitamos de mudar de capítulo deste nosso livro português, para voltarmos a sentir a alegria de sermos quem somos e querermos ser aquilo que ainda não somos.
A espera que fazemos de Jesus neste Advento deverá ser feita «por nós e por todos» porque foi, é e será «por nós e por todos» que Ele veio, vem e virá. Ele deseja todos. Que seja em nome de todos que o desejemos também.
O mundo existe, mas podia não existir. Então, porque é que existe? E quem lhe dá existência? Estas são as grandes questões que inquietam a Filosofia Medieval e que marcaram indelevelmente a Filosofia.
Em 2020, a política orçamental de combate à crise económico-social decorrente da pandemia foi tímida e em alguma medida injusta. Infelizmente, há razões para crer que assim continuará em 2021.
Os textos do evangelho das últimas semanas são um convite a abraçar um saudável e muito necessário desassossego .
“O que é bom para uma comunidade, é bom para nós”, não é apenas uma expressão de estilo. Revela a convicção de uma líder que acredita profundamente num futuro melhor, que começa por considerar primeiramente o bem comum.
Para que um doente se alegre com o anúncio da chegada do médico é preciso, em primeiro lugar, que tenha consciência da sua enfermidade e, depois, deseje curar-se.
Acolher a cicatriz desta vulnerabilidade, que não é um acidente mas uma marca da nossa condição humana, é um convite à conversão da nossa sensibilidade.
Também nós que não somos monarcas nem governantes somos detentores de “poder”: na gestão da nossa vida, nas relações que tecemos e nos tecem, na sociedade que habitamos. Também nós podemos exercê-lo para construir pontes ou erigir muros.
E, cá para nós, no nosso ninho ibérico, enquanto há linho na roca e fio no fuso, a esperança e a saudade permeiam-se uma à outra.