A justa fome de hospitalidade
A pobreza é um sinal claro dos nossos limites. Por isso nos custa tanto lidar com ela.
A pobreza é um sinal claro dos nossos limites. Por isso nos custa tanto lidar com ela.
Maria viveu plenamente sua vocação como discípula, mãe e intercessora, sem jamais ofuscar a centralidade de Cristo.
Primeiras Jornadas da Associação Bíblica Portuguesa, promovidas pela Brotéria refletem sobre a identidade de Cristo, 1700 anos após o Concílio de Niceia.
Além das várias iniciativas junto de governos e sociedade civil, jesuítas enviarão delegação ao Brasil que, nos vários espaços de diálogo, procurará influenciar negociações com argumentos técnicos, políticos, financeiros e jurídicos.
A Brotéria dedica a conversa mensal da Revista sai do papel ao legado de Pierre Teilhard de Chardin, cem anos após a sua proibição de ensinar e publicar, com a presença de especialistas e jesuítas.
O livro “Quem quiser ganhar, há de perder – forças espirituais, estilos de vida, formas de Igreja”, do P. José Frazão Correia, editado pelas Paulinas, é lançado na próxima semana. Aqui fica um excerto, o texto de abertura da obra.
Neste momento, alerta a AIS, dois terços da humanidade, ou seja, cerca de 5,4 mil milhões de pessoas vivem em países sem liberdade religiosa. Uma dessas pessoas é Miriam, uma jovem paquistanesa.
A apresentação do livro Santo Antão: The Jesuit College in Lisbon and Its History realiza-se às 19h de 21 de outubro, na Brotéria e é aberta a todos. Um convite a conhecer mais sobre o primeiro colégio da Companhia de Jesus no mundo.
Nesta conversa, três diretores de centros universitários da Companhia de Jesus refletem sobre o papel deste tipo de pastoral universitária no acolhimento e na formação dos jovens e do seu futuro.
De 18 de setembro a 8 de novembro, a Brotéria apresenta a exposição Ônfalo, de Hugo de Almeida Pinho, que tem por base dimensões mitológicas, filosóficas e políticas dos chamados “umbigos do mundo” e imaginários do centro da terra