Lisboa Jesuítica
31 de julho é dia de Santo Inácio. A sugestão da Brotéria deste sábado é que nos aventuremos por um caminho inaciano em Lisboa. Se quiser, pode dividir o caminho em dois ou mais dias… para saborear com mais calma cada um dos locais.
31 de julho é dia de Santo Inácio. A sugestão da Brotéria deste sábado é que nos aventuremos por um caminho inaciano em Lisboa. Se quiser, pode dividir o caminho em dois ou mais dias… para saborear com mais calma cada um dos locais.
Poderá a verdadeira e pura alegria surgir de uma negação e rejeição? À partida parece difícil e Abel bem sentiu a dureza do não. Mas, recordando-se de Francisco de Assis, conseguiu transformá-lo em amor. Mesmo depois de um grande susto.
José Tolentino Mendonça é ordenado Arcebispo no sábado. Francisco José Viegas, Leonor Xavier, P. Alexandre Palma, Andrea Lupi, e Francisco Montellano escrevem, no Ponto SJ, sobre as palavras do poeta que mais os marcaram.
O lugar para dormir, a boleia na hora certa e a dica preciosa que garantiu uma boa noite de sono. Foi dos jovens que Abel, nesta caminhada entre Loiola e Manresa, recebeu maiores gestos de caridade. Porque sem medo e preconceitos confiaram.
O primeiro ensinamento desta caminhada feita pelo P. Abel Bandeira sj, de Loiola a Manresa, seguindo os passos de S. Inácio de Loiola, aconteceu logo ao segundo dia. Deus disse-me: “perdeste tudo mas eu vou dar-te alguma coisa”. Assim foi.
O P. Abel Bandeira sj peregrinou 26 dias, de Loiola até Manresa, pelos passos de S. Inácio. Na semana anterior à festa do fundador da Companhia (dia 31), um episódio diário desta história vivida a quatro pés e contada a quatro mãos.
Esta tarde o reitor da Universidade Gregoriana em Roma será agraciado por Marcelo Rebelo de Sousa como Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada, vendo reconhecidos os seus méritos científicos.
The Byrds, Ovídio e um texto de Qohelet ou Eclesiastes que merece um segundo olhar e a corrente holandesa das Vaidades para viver de outra forma o tempo que passa…
A sugestão Brotéria desta semana passa pela leitura do mais recente livro de Frei Bento Domingues, OP. A obra é organizada por António Marujo e Maria Julieta Dias. Rui Fernandes convida-nos ver em Frei Bento um observador sério da Igreja.
Não há famílias iguais nem receitas generalizáveis. A partilha equitativa entre os pais divorciados do tempo dos filhos não deve ser generalizada de forma abusiva mas também não se pode presumir que a mãe é melhor do que o pai. E vice-versa