Uma pausa pela Terra – Agradece
No segundo dia deste retiro, somos convidados a reconhecer tudo o que nos é dado com a Criação.
No segundo dia deste retiro, somos convidados a reconhecer tudo o que nos é dado com a Criação.
Esta é uma oportunidade ímpar para fazer da discussão um momento de construção e não de polarização ou radicalismo. Que sirva para clarificar os desígnios desta componente curricular, para se apostar em mais e melhor formação.
Começa hoje o retiro online “Uma pausa pela Terra”. O Ponto SJ e a Rede Cuidar da Casa Comum propõem até 4 de outubro uma meditação diária em podcast, cada uma delas inspirada por um verbo conjugado na segunda pessoa.
A componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento tem aparecido claramente como espaço e oportunidade de trabalho e não podemos negar que a sua equiparação às restantes disciplinas acaba por ter um efeito cultural muito importante.
No dia em que celebramos 480 anos da aprovação da Companhia de Jesus, apresentamos uma cronologia dos momentos mais significativos associados à fundação desta ordem religiosa.
Assinalam-se hoje, 27 de Setembro, 480 anos da fundação da Companhia de Jesus. Assinalando a data, percorremos a história da palavra “jesuíta” que, ao longo dos tempos, ora foi usada como insulto, ora como louvor.
Estava nos lugares para registar a História, mas interessava-se mais ainda pelos homens no coração da História. É esta forma de ser fotógrafo de Gilles Caron que o filme de Mariana Otero, proposto pela Brotéria, nos ajuda a encontrar.
O problema é que nem me parece certa a abordagem de quem quer impor aos nossos filhos uma determinada visão do mundo, nem me parece certa a abordagem de quem quer proteger os filhos de conhecerem outras visões do mundo.
No dia em que a comunidade inaciana a nível global se junta em oração pela criação, publicamos uma reflexão do diretor do Secretariado da Justiça Social e da Ecologia dos Jesuítas em Roma para o “Tempo da Criação”.
A Constituição proíbe a programação da educação por directrizes filosóficas, religiosas e políticas, mas não diz o que deve entender-se por educação “programada” nesse sentido. Esta importante e difícil questão deveria ser o cerne do debate