

Caixa de perguntas Advento
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É o tempo de preparação para o Natal. Advento vem do latim e significa vinda ou chegada. É um tempo em que partilhamos a atitude do povo judeu, que esperava ansiosamente a chegada do Messias, aquele que viria libertar o povo. Recordamos a história de Israel e vemos como as promessas dos profetas se cumpriram em Jesus. Recordamos a sua vinda na história, há 2000 anos, mas também nos concentramos na nossa preparação pessoal, para que Jesus possa nascer mais na nossa vida.
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A Advento inclui os 4 domingos antes do Natal, começando no domingo que normalmente calha próximo do 30 de novembro. Termina no dia 24 de dezembro. É com este tempo que começa o novo ano litúrgico. A partir de 17 de dezembro (exceto o domingo) começam a usar-se leituras próprias da preparação próxima do Natal. Nestes 8 dias, a antífona do Aleluia começa com uma exclamação de chamamento dirigida a Jesus: “Ó Sabedoria… vinde ensinar-nos!” “Ó Emanuel… vinde salvar-nos!” etc. Este tipo de exclamações fez com que a imagem de Maria grávida se passasse a conhecer como a “Senhora do Ó.”
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O roxo é a cor litúrgica associada à penitência e da conversão. A maior parte das pessoas associa a penitência sobretudo à Quaresma, mas também no Advento somos chamados à mudança e conversão. Somos desafiados a “preparar o caminho do Senhor.” Podemos fazer propósitos simples, rezar um pouco mais, fazer em família um calendário cristão de Advento com desafios diários, e claro, devemos aproveitar para nos confessarmos. Nos domingos de Advento não se canta o Glória, para nos lembrarmos que sem Jesus a nossa alegria não está completa. Também permite vibrar ainda mais com o Glória cantado pelos anjos na noite de Natal. O terceiro domingo do Advento é conhecido como domingo da alegria e por isso em vez de roxo, pode usar-se rosa.
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Juntamente com o Presépio (é bonita a tradição de só lá colocar o menino na noite de 24) e a árvore de Natal, a coroa de advento é um símbolo decorativo que ajuda a preparar o Natal. As 4 velas representam os 4 domingos do Advento e, como se vão acendendo progressivamente, vamos tendo a sensação de que à medida que o Natal se vai aproximando, a luz vai aumentando. Normalmente, vemo-la nas igrejas, mas pode fazer-se em casa. Pode ser uma forma bonita de aproximar a liturgia da vida diária da família, repetindo à mesa o ritual que se fez no início da missa.
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Aparece bastante o Profeta Isaías e as suas profecias de paz, que se concretizam com a chegada de Jesus. Outra figura bastante óbvia é João Batista, que tendo vindo antes de Jesus, prepara e anuncia humildemente a sua chegada. Dependendo do ciclo litúrgico, pode sublinhar-se mais a figura de S. José e a sua confiança silenciosa ou de Maria e o seu Sim generoso.
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Dizia-se na catequese, em pequenino, que Jesus veio, vem e virá. Veio há 2000 anos, vem a cada dia à nossa vida, na Eucaristia (a presença de Jesus ressuscitado é o elemento central da nossa fé) e virá no final dos tempos, na plenitude dos tempos. No final do ano litúrgico. fala-se muito do fim do mundo e o Natal faz-nos desejar que o Reino de Deus se concretize numa sociedade em verdadeira paz, sem mentira, atenta a todos, sobretudo os mais desfavorecidos. Acreditamos que isto será verdade nesta última vinda de Cristo.
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Jesuítas ordenados nos últimos anos juntaram-se para encontro de convívio e partilha de missão durante dois dias, contando com uma visita do novo Provincial, P. António Valério.
A questão de fundo, recolocada pelo documento papal não é apenas tecnológica, mas antropológica. O que está verdadeiramente em causa é a compreensão do que significa ser humano.
Este domingo, na Igreja do Colégio S. João de Brito, em Lisboa, o P. António Valério, sj tomou posse como novo Provincial dos Jesuítas em Portugal, sucedendo ao P. Miguel Almeida, sj, que termina seis anos de serviço à Província.
Na eucaristia que presidiu no domingo em Lisboa, já como Provincial dos Jesuítas, pediu à comunidade inaciana que ajude cada pessoa a encontrar “a casa onde todos, sem exceção, temos lugar: o coração de Deus”.
O martírio de São Pedro e São Paulo mostra-nos que a realidade poliédrica da comunidade cristã encontra solidez e estabilidade se estiver alicerçada no seguimento radical de Cristo e do evangelho, sem receio dos desafios de cada tempo.
Na sua mensagem de boas vindas à comunidade inaciana, o P. António Valério, sj, que toma posse como novo provincial no domingo, lembra que a missão da Companhia é ajudar cada pessoa a encontrar a pessoa de Jesus.
Este tempo sem Papa, conhecido como Sede Vacante, levanta muitas questões. Como viver espiritualmente este momento? O P. António Ary, sj responde a estas e outras questões para compreender melhor o que acontece na transição papal
A Solenidade do Corpo de Deus começou a ser celebrada no século XIII, em 1265. Compreenda as suas origens e as razões pelas quais a Igreja continua a celebrá-la.
Ser Irmão jesuíta é uma graça e missão acolhida e concretizada na consagração religiosa pelos votos de pobreza, de castidade, e de obediência, na Companhia de Jesus, ao serviço da Igreja e do Evangelho.
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Na semana de oração pelas vocações, recordamos que a vocação não é só para consagrados. Todos são chamados e convidados a abraçar essa vida feliz e plena com o Senhor, independentemente do modo como ela depois se venha a concretizar.