Proteger crianças compete a todos!
Combater a globalização da indiferença é pedir que estejamos atentos, que olhemos à volta com óculos protetores das nossas crianças.
Combater a globalização da indiferença é pedir que estejamos atentos, que olhemos à volta com óculos protetores das nossas crianças.
Caminhar no sentido da igualdade – o Papa Francisco admitiu-o – intimida. Requer também, nas suas palavras, “paciência, respeito mútuo, escuta e abertura para realmente aprender uns com os outros e avançar como um só Povo de Deus, rico em diferenças, mas caminhando juntos”
É urgente uma mobilização e compromisso coletivos, em que cada um, na sua área de influência, faça efetivamente a diferença.
A Quaresma é uma boa altura para questionarmos alguns hábitos enraizados e vivermos uma verdadeira conversão (também) ecológica.
Parece-me preferível optar pela legislação que permite dar resposta a mais crianças e jovens, ainda que criando mais desafios ao sistema, do que manter um enquadramento mais limitado que elimina os desafios.
As instituições, públicas e privadas, as organizações de cooperação, as agências humanitárias, os técnicos e agentes terão, diariamente, de fazer escolhas difíceis e brutais acerca da utilização dos parcos orçamentos disponíveis.
Importa lembrar e trazer para o debate público que não estamos disponíveis para abdicar dos princípios de justiça social que regem os nossos Estados de Direito Democráticos e que as pessoas têm de estar no centro das decisões políticas.
A forma como aquecemos os nossos edifícios é a segunda maior fonte de emissões de gases com efeito de estufa. Se baixarmos 1 grau na temperatura das nossas casas já estamos a poupar até 10% de energia.
Há que dar a César o que é de Cesar. Ser de esquerda ou de direita é de César. Para Deus não há esquerda ou direita. Há justiça, há uma dignidade humana que é inalienável.
Um pouco por toda a parte, as nossas liberdades estão a ser vigiadas, restringidas, censuradas. Estamos zangadas. E se quem me lê não sente esta revolta, então não tem aquilo que é preciso para fazer deste mundo um lugar melhor, mais justo.