Será que ainda somos um país de brandos costumes?
Será que somos realmente uma sociedade de “brandos costumes” ou esta ideia começa a revelar-se um mito, encobrindo problemas estruturais e desigualdades não resolvidas?
Será que somos realmente uma sociedade de “brandos costumes” ou esta ideia começa a revelar-se um mito, encobrindo problemas estruturais e desigualdades não resolvidas?
Estas e outras propostas de biocracias, em que todas elas gozam de uma certa popularidade na literatura política atual, merecem ser analisadas serenamente sob um prisma democrático.
A exposição “Sagrada Família”, onde as obras podem ser conhecidas, está disponível para ser visitada na Igreja de S. Roque entre os dias 19 a 24 de Novembro entre as 10h e as 18h.
Segundo as últimas estimativas globais, são 160 milhões de crianças a trabalhar, um rácio alarmante de cerca de uma em cada dez crianças em todo o mundo. Um rácio calculado ainda antes do eclodir dos últimos conflitos armados.
No Dia Europeu da Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual, o SPC lança rubrica especial que destaca formas de vulnerabilidade, mostrando como do encontro da minha fragilidade com a dos outros nasce o nosso maior poder: o do serviço
Saibamos acercarmo-nos das pessoas em situação de pobreza desde a experiência do bem maior que é presença do Deus consolador que nos irmana. Que Ele faça de nós, neste mundo, testemunhas Suas, de uma sociedade que seja imagem do seu Reino.
As interrogações sobre o que acontece no mundo são muitas e as sucessivas crises económicas, sociais e ambientais do nosso tempo alimentam talvez a maior crise do mundo contemporâneo – a crise da esperança.
A propósito da nova Conferência das Partes das Nações Unidas (COP29), que começa hoje no Azerbaijão, e onde serão tomadas decisões importantes sobre a política climática mundial, Centro Social Europeu Jesuíta lança campanha de informação.
Este é um apelo universal, para todos os tempos e lugares, um apelo com uma atualidade que importará sublinhar. Nunca como hoje estivemos tão globalmente desunidos, desconfiados, intolerantes face ao “outro”.
O salto lógico que é preciso dar, partindo destas conclusões, para chegar ao nosso slogan inicial é pequeno, mas encerra uma tremenda injustiça.