Jesus entrou no mainstream mas ainda não fala português
O que é preciso para termos em Portugal música mainstream que diga o nome de Jesus e fale dos Evangelhos de forma leve, cool e que dialogue com a linguagem da cultura pop atual?
O que é preciso para termos em Portugal música mainstream que diga o nome de Jesus e fale dos Evangelhos de forma leve, cool e que dialogue com a linguagem da cultura pop atual?
LUX revela que a beleza não é o contrário da dor, mas o seu fruto. O sofrimento, quando atravessado, gera uma música que cura – e talvez seja essa a mais alta forma de arte.
Djaimilia Pereira de Almeida na Brotéria para refletir o que significa escrever de forma hospitaleira e se é possível.
Novo livro do P. Paulo Duarte, sj “De corpo e alma – crónicas para caminhos de encontros humanos e divinos” será apresentado no dia 18, às 18h30 na Casa do Jardim da Estrela, em Lisboa.
A obra “Nossa Senhora da Rocha e a Companhia de Jesus: Política, Devoção e Tradição (1822–1834)”, de Francisca Branco Veiga e José Manuel Subtil será apresentada no dia 27 no Palácio Nacional de Queluz.
Os avós ensinam-nos que o amor não precisa de espetáculo. Que a ternura mais profunda é a que se dá sem testemunhas. Que o verdadeiro vínculo se constrói muito antes de o tempo começar a escassear.
Em “Batalha atrás de Batalha”, Paul Thomas Anderson filma o caos contemporâneo com a serenidade de quem sabe que já não há lados certos – apenas personagens às escuras, à procura de alguma luz.
Nos dias 9 e 10 de novembro, dois concertos solidários com o P. Duarte Rosado convidam à oração e ajudam a levar crianças desfavorecidas aos campos de verão dos Gambozinos.
A apresentação do livro Santo Antão: The Jesuit College in Lisbon and Its History realiza-se às 19h de 21 de outubro, na Brotéria e é aberta a todos. Um convite a conhecer mais sobre o primeiro colégio da Companhia de Jesus no mundo.
De 18 de setembro a 8 de novembro, a Brotéria apresenta a exposição Ônfalo, de Hugo de Almeida Pinho, que tem por base dimensões mitológicas, filosóficas e políticas dos chamados “umbigos do mundo” e imaginários do centro da terra