Peças que evocam o P. Manuel Antunes, sj
Instalações artísticas criadas pelo artista plástico Rui Aleixo em exibição na Igreja de São Roque, em Lisboa.
Instalações artísticas criadas pelo artista plástico Rui Aleixo em exibição na Igreja de São Roque, em Lisboa.
D. Alexis Mitsuru Shirahama esteve em Fátima dia 13 e deu uma entrevista ao Diário de Notícias onde falou de Fátima, da urgência de rezar pela paz e do catolicismo no Japão, ainda marcado pela passagem de padres portugueses, muitos jesuítas
O P. Manuel Antunes é usualmente referido pelo impacto público do seu legado. É menos conhecida a sua vida como jesuíta. Foi esse o tema da conferência proferida no congresso que assinala o seu centenário pelo P. António Júlio Trigueiros.
Esta semana a sugestão cultural Brotéria passa por uma reflexão sobre a exposição de Robert Mapplethorpe no Museu de Serralves no Porto. Partindo da sua própria experiência ao visitar a exposição, José Souto de Moura propõe esse exercício.
A sessão de abertura do congresso que assinala os 100 anos de nascimento do P. Manuel Antunes, sj teve lugar na sala do Senado da Assembleia da República e sublinhou a atualidade do pensamento do jesuíta português.
São vários os temas da Brotéria de outubro: o estatuto de Jerusalém à luz do Direito internacional, o modo como o Islão olha para Jesus e , entre outros, o Sistema de Proteção e Cuidado recentemente implementado pelos jesuítas em Portugal.
Será que, nesta era da pós-verdade, é tanta a preocupação — nas artes, no jornalismo, na publicidade, nas relações sociais até — em fazer tudo “parecer” verdade que já não há espaço para a verdade que pode “ser”?
O P. Manuel Antunes, sj, considerado um pedagogo da democracia, é uma figura marcante da cultura portuguesa do século XX. Teve um papel especial na transição para a democracia pois, pela amizade e pela escrita, estabeleceu diversas pontes.
É lançado, amanhã às 18h30 na Igreja da Encarnação em Lisboa, o livro “Os Jesuítas em Portugal depois de Pombal – História ilustrada” de Francisco Malta Romeiras. Publicamos o prefácio a essa obra, como convite a entrar nesta história.
Assistimos hoje e cada vez com mais regularidade a “outros confrontos desportivos” de uma ferocidade extrema não tanto por atletas ou equipas técnicas mas por espectadores e adeptos, por dirigentes, comentadores e jornalistas que negam tudo aquilo que o desporto deve ser.