A radicalidade da justiça climática
Ser radical é isso mesmo. É ser persistente, humilde e sensato, e saber usar a inteligência como S. Francisco.
Ser radical é isso mesmo. É ser persistente, humilde e sensato, e saber usar a inteligência como S. Francisco.
Curiosamente, o que desaparece do processo é a preocupação com a educação. A formação de ser humanos pensantes, independentes e que aspiram a encontrar sentido e orientação na sua vida. Os professores transformam-se em telemóveis.
Quando um Estado promove como desígnio a eliminação das fronteiras da vida e das liberdades básicas, por maior consenso que exista, não há legitimidade que lhe valha.
Não se trata apenas de um filme romântico, mas sim de uma reflexão profunda sobre a construção da identidade pessoal e as memórias que mantemos das relações que tendem a persistir no tempo.
Um livro para todos os dias é, assim, um convite – como há tantos outros – para um novo mundo: o da fusão entre a literatura para a infância e os livros destinados ao público de “maior idade”.
É uma lição de santidade laical: um ‘apóstolo’ completamente normal, “ordinário”, sem nada de espetacular. Ainda assim, foi a base, foi o ‘chão’ seguro para tudo o que de extraordinário veio a acontecer.
À mesa, a descoberta de sabores, aromas e sensações desconhecidas é um acontecimento, que em nada põe em causa a sua fé.
Não se perca na espuma dos dias, e tenha presentes os encontros que teve com os portugueses a quem pediu confiança, tendo em mente os mais frágeis e vulneráveis, não deixando que as ideias (e a ideologia) se sobreponham à realidade
Jesus dormia na barca enquanto uma tempestade apavorava os discípulos, o Pai não impediu o filho pródigo de ir, Abraão levou o filho ao cimo do monte para o sacrificar. Demoramos tempo a perceber estas parábolas e cada uma destas lições.
Façamos todos, em uníssono, o nosso caminho, cada um fazendo a sua parte, não deixando de acudir às crianças, o elo mais fraco em todas as cadeias, quando as virmos envolvidas nestas «guerras de rosas».