2º Domingo de Quaresma – Retiro Online
Neste segundo Domingo da Quaresma, em que somos desafiados a meditar a Transfiguração de Jesus (Mt 17,1-9), entramos no mistério Pascal: no topo da montanha, há um evento de luz que confirma a missão de Cristo.
Neste segundo Domingo da Quaresma, em que somos desafiados a meditar a Transfiguração de Jesus (Mt 17,1-9), entramos no mistério Pascal: no topo da montanha, há um evento de luz que confirma a missão de Cristo.
Especial
A ressurreição desafia o nosso modo de olhar a vida, as relações, os conflitos e as perdas: seremos adultos o suficiente para lidar com a dor? Seremos crianças o bastante para não deixar de dançar?
Especial
A morte de Jesus também é lugar de revelação: resume o impacto da morte na vida dos que perdem alguém; resume a dificuldade que temos em conviver com o vazio. No dia de hoje esperamos o encontro, assumindo o vazio.
Especial
A dignidade de quem percebe que, para fazer o bem, há que enfrentar e lidar com a injustiça. Jesus permanece fiel àquilo/ Àquele em quem acredita profundamente, e revela quem é também no meio da dor.
«Servo» torna-se sinónimo de uma medida e de uma posição: até onde está Deus disposto a ir para se encontrar connosco? O que será preciso fazer (e, até,suportar) para nos trazer de volta à vida?
Jesus entra em casa e celebra a vida e a fé com os outros. Como na Páscoa do Êxodo, há duas dinâmicas em confronto: uma é celebrativa e gera encontro; outra é predatória e destrói o outro. Jesus não desiste. Celebra e constrói a casa.
Capaz de amar mesmo sabendo que os outros nem sempre estarão à altura. A mesa resume a história das relações. Nela partilha-se a vida de cada dia, mas também pode ser palco de desentendimento e, até, traição.
A sua proximidade desconcerta. Para uns, é sinal de realeza; para outros é razão de desilusão; para outros é motivo de morte porque Jesus estava demasiado próximo de gente suspeita. Maria sente na proximidade o convite ao excesso de amor.
Jesus revela-nos uma outra forma de realeza, outro tipo de Reino. A sua entrada em Jerusalém põe a nu a ambiguidade das expectativas messiânicas. O que esperar de um Rei humilde? É este o mote para a primeira proposta de oração da semana.