Vitórias de pirro: os riscos para o PSD (e para o país)
Se o PSD for o partido mais votado, António Costa sai de cena. Não parecendo viável esperar que a extrema-esquerda viabilize um governo do PSD, a única saída possível será uma geringonça 3.0.
Se o PSD for o partido mais votado, António Costa sai de cena. Não parecendo viável esperar que a extrema-esquerda viabilize um governo do PSD, a única saída possível será uma geringonça 3.0.
Não há programas políticos perfeitos – a política é, por definição, comunitária. Por isso, importa que o meu critério não seja tanto um sinal de descontentamento, mas uma oportunidade à proposta que mais se aproxima das minhas preocupações.
Dois discursos antagónicos apresentam-se hoje ao mundo como fiéis a Cristo, no que é uma desfiguração grosseira do seu rosto. É uma ferida grave na credibilidade da Igreja, que passa assim por confusa e contraditória, algo que Cristo não é.
A indiferença é a primeira barreira a derrubar nos processos de aprendizagem em que nos envolvemos. Diria eu, pela minha experiência, a principal barreira.
No domingo o país escolherá Marcelo Rebelo de Sousa. Deveria por isso ser uma eleição sem grande história, o pretexto para se discutirem ideias e o futuro. Não aconteceu. Mas a luta de todos os democratas, à direita e à esquerda, continua.
Perhaps this is a place where the Catholic Church in the US can be prophetic in its humility—if we are politically split right down the middle, then the Church is the perfect community to practice mutual respect and dialogue.
Se politicamente estamos divididos ao meio, então podemos tornar-nos a comunidade perfeita para praticar o respeito mútuo e o diálogo.
A austeridade, bem entendida, pode (e deve) ser um ideal e uma virtude para todos: é uma escolha. Todos (seja qual for a condição) devíamos procurar e poder estar na vida escolhendo: ‘o que faço, digo, dou ou compro, com a medida justa’
Precisamos de nos afastar da dicotomia esquerda-direita, conceitos estes que são fortemente variáveis segundo as circunstâncias temporais, espaciais, culturais e políticas em questão, não possuindo qualquer valor por si.
A Brotéria, saída no final de setembro, dá uma grande atenção a análise da situação política nacional. Dedica também várias páginas a temas que marcam a atualidade da Igreja com especial destaque para o Sínodo para a Amazónia.