Bem-vindos e bem-idos: migrantes – mitos e medos
Todos deveriam ser bem-vindos e bem-idos. Uma coisa nos devia preocupar: todas as formas de injustiça e exploração.
Todos deveriam ser bem-vindos e bem-idos. Uma coisa nos devia preocupar: todas as formas de injustiça e exploração.
Vendo a costa siciliana, ao longe, o nosso capitão, subiu à proa e gritou: “Io Capitano. Salvei todas as pessoas, ninguém morreu!” É esta alegria do protagonista, dos que com ele viajam e de nós que os acompanhamos nesta viagem.
A poucos dias do Dia Mundial dos Pobres, que se assinala no domingo, o P. Fernando Ribeiro, coordenador da Comissão do Apostolado Social dos Jesuítas, analisa a mensagem do Papa e deixa-nos algumas perguntas desafiantes.
Acompanhar Jesus ao longo desta Sua Via-Sacra, o fazer memória dos Seus passos, é um tempo favorável à reconstrução das nossas vidas.
A Companhia de Jesus nasce associando a profunda espiritualidade, a proximidade aos pobres e a compreensão intelectual dos processos humanos.
Com frequência a atitude diante da pobreza é a da impotência ou da indiferença. No Dia Mundial dos Pobres, que se assinala no domingo, somos convidados a estender a mão ao pobre. E aquele que dá recebe muito mais.
A sua proximidade desconcerta. Para uns, é sinal de realeza; para outros é razão de desilusão; para outros é motivo de morte porque Jesus estava demasiado próximo de gente suspeita. Maria sente na proximidade o convite ao excesso de amor.