O Plano vai nu
A grandiloquência e aparente abrangência da “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030” não disfarçam a sua falta de fundamentação e de pragmatismo, nem validam as suas opções nucleares.
A grandiloquência e aparente abrangência da “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030” não disfarçam a sua falta de fundamentação e de pragmatismo, nem validam as suas opções nucleares.
O drama provocado pelo incêndio em Santo Tirso deu projeção à crescente preocupação com o bem-estar e direitos dos animais, e convida-nos a a aprofundar a questão, resistindo a abordagens simplistas ou sensacionalistas.
No quarto e último episódio do Preferencialmente falamos sobre a quarta preferência apostólica universal: colaborar no cuidado da casa comum. A nossa convidada é Teresa Paiva Couceiro.
Sermos instrumento de reinserção social é, ultimamente, um ato de cidadania, porque uma sociedade que não é capaz de dar segundas oportunidades promove a reincidência criminal.
O convidado desta semana das conversas temperadas é Paulo Aido, jornalista da Fundação AIS, que nos fala da situação que se está a viver no norte de Moçambique.
Ir às periferias existenciais é uma das missões mais pertinentes, complexas e necessárias para enfrentar a crise ecológica.
Neste episódio conversamos com Mafalda Lemos Caldas, médica de família do Centro de Saúde de Camarate, que tem acompanhado muitos doentes com COVID-19. Um testemunho de um tempo de grande exigência pessoal e profissional.
O segundo episódio do Preferencialmente é dedicado à segunda preferência apostólica universal dos jesuítas: caminhar junto aos excluídos. O convidado é o P. Frederico Lemos, sj.
Mil mortos, 250 mil desalojados. Os números crescem todas as semanas. Cabo Delgado, no norte de Moçambique, vive tempos de insegurança desde 2017 quando grupos armados começaram a espalhar violência e morte. Ataques têm-se intensificado.
Ajustar contas com o passado não é sinónimo de vingança, nem de cobranças extemporâneas. É saber resolver a equação entre o que fizemos e o que somos, por onde andámos e por onde queremos seguir. É caminho para a paz.