Dez anos de Papa Francisco a aguarela
Esta semana, no dia 13 de Março, celebraram-se 10 anos de Pontificado do Papa Francisco, o primeiro papa jesuíta da história da Igreja. Uma data tão importante deve ser homenageada, celebrada e pensada.
Esta semana, no dia 13 de Março, celebraram-se 10 anos de Pontificado do Papa Francisco, o primeiro papa jesuíta da história da Igreja. Uma data tão importante deve ser homenageada, celebrada e pensada.
As três instituições de Ensino Superior de Braga receberam a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, símbolos da Jornada Mundial da Juventude, em festa, alegria e comunhão. Uma forma de alertar os jovens para o evento
No Evangelho deste IV Domingo de Quaresma (Jo 9, 1-41), Jesus caminha pela rua e encontra um cego de nascença, o que leva os discípulos a questionarem-se pela origem deste ‘castigo’.
Um mês depois de sair o relatório da Comissão Independente, e após uma semana muito difícil para a Igreja, conversamos com dois jornalistas que analisam a forma como a Igreja comunica com o mundo e aprofundam as causas dessas dificuldades.
Vai realizar-se os próximos dias 19 a 21 de Maio um Retiro Espiritual, na Casa da Torre, em Soutelo, que vai permitir aprofundar o conhecimento da Igreja Ortodoxa através da sua iconografia, espiritualidade e enquadramento histórico.
Ao longo desta década, Francisco deu testemunho da beleza do encontro, da riqueza de sairmos de nós mesmos e de acolhermos a diferença.
No dia em que celebramos os 10 anos de pontificado do Papa Francisco estamos à conversa com três jovens: o Bernardo Mendes de Almeida, a Mariana Pedro e o Rúben Marques.
Naturalmente, a ação do Papa não se reduz a documentos, mas estes, sem dizer tudo, revelam muito, quer pela maturação que exigem e expressam (trata-se sempre de palavras cuidadosamente escolhidas), quer pela durabilidade a que aspiram.
É impressionante que não tenham sido o amor à justiça e à verdade, bem como o privilégio pelos menores, tão escarrapachados no Evangelho, a alavancar a emergência da realidade, como ela é.
O Evangelho deste III Domingo da Quaresma leva-nos até um poço, até um lugar onde Jesus, cansado da viagem, descansa e recupera forças (Jo 4, 5-42).