SER VOLUNTÁRIO

Uma experiência de vida transformadora!

 

Queres ajudar os outros a serem heróis na sua própria história? Tens um ano para sair da tua zona de conforto e entregar o teu tempo a uma missão? Estás disposto a trocar o certo pelo incerto, para fazer e ser mais?

Se alguma destas perguntas já esteve na tua cabeça, talvez queiras vir conhecer-nos melhor e à nossa proposta de voluntariado.

Perfil do voluntário

Para seres voluntário com os Leigos para o Desenvolvimento tens de cumprir os seguintes requisitos:

  • entre os 21 e os 40 anos para missão em África e os 45 anos para missão em Portugal;
  • cristão;
  • licenciado, com formação técnico-profissional ou experiência profissional;
  • disponível para estar ao serviço das comunidades locais e viver em comunidade, num espírito de partilha e simplicidade.

Percurso
de formação

Antes de partirem em missão, frequentam uma formação em Coimbra, Évora, Lisboa ou Porto:

  • formação anual, com encontros quinzenais à noite, no núcleo do Porto e no núcleo de Lisboa. De novembro a junho;
  • formação anual, com encontros mensais ao sábado, no núcleo de Coimbra e no núcleo de Évora. De novembro a junho;
  • formação intensiva, com encontros à 6ªf à noite e ao sábado, no núcleo de Lisboa. De março a junho.

Existirão também minicampos de trabalho e períodos de Exercícios Espirituais e, além dos encontros nos núcleos, existirão quatro fins-de-semanas nacionais. Para os que partirem em missão, terão ainda atividades em julho e agosto.

Condições
oferecidas

Os Leigos para o Desenvolvimento asseguram durante o tempo de missão:

  • formação antes da partida;
  • acompanhamento durante a missão;
  • acolhimento após o regresso;
  • viagens para o lugar de missão;
  • estadia durante a missão;
  • alimentação durante a missão;
  • seguro de acidentes pessoais e de assistência em viagem durante a missão;
  • seguro social voluntário durante a missão.

Testemunhos

Tomo consciência que o papel do voluntário dos Leigos para o Desenvolvimento passa também por ser este instrumento que ajuda a unir os dois lados da margem para que haja de facto um desenvolvimento local e comunitário. Não se trata de ajudar a promover uma viagem apenas de uma margem à outra, mas sim ajudar a construir algo que permaneça mesmo após a nossa ausência, e que, de alguma forma, beneficie os dois lados da margem. Muito do nosso trabalho passa por conhecer para partilhar, trazer para levar, receber para dar.

Joana Lagos

Voluntária em Benguela, Angola, 2016-2017

Os projetos dos Leigos para o Desenvolvimento são assim mesmo: uma maratona de estafetas em que, ano após anos, nos revezamos e nos entregamos sem reservas ao serviço, à missão e à comunidade que nos foram confiadas. A lógica é de continuidade e cada voluntário, antes do seu próprio nome, é leigo. Os nomes e as pessoas passam, mas os Leigos [para o Desenvolvimento] continuam.

André Patrício

Voluntário na Cidade, em S. Tomé e Príncipe, 2016-2017

Largar o emprego e a casa, ir para longe das pessoas da minha vida, (…), perder momentos únicos e tão importantes e especiais, deixar para depois algumas viagens pelo mundo, adiar a construção de uma família, substituir o conforto, a segurança, a “total” liberdade e a qualidade de vida, partir para o desconhecido, mudar a rotina, passar a cumprir outras regras e correr riscos pelo sonho de realizar um ano de entrega e serviço comunitário parece uma missão impossível (…) Ao longo destes já quase 6 meses em Angola, sinto que todos os receios que fui rezando e tudo o que “estou a perder” por estar aqui não está a ser em vão; sinto que estou onde sou chamada a estar.

Mariana Cadaveira

Voluntária em Benguela, Angola, 2016-2017

Para saber mais

Se ficaste curioso e com vontade de frequentar a formação deixa-nos os teus contactos e entraremos em contacto contigo assim que abrir uma nova oportunidade de formação.

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