Rocha
Este ano celebramos 52 anos de uma revolução que destrancou as portas de um país amordaçado. Para um cristão, recordar esta data não é um mero exercício de memória, é reconhecer na história dos homens um eco daquela manhã de Páscoa.
Este ano celebramos 52 anos de uma revolução que destrancou as portas de um país amordaçado. Para um cristão, recordar esta data não é um mero exercício de memória, é reconhecer na história dos homens um eco daquela manhã de Páscoa.
Opinião
A ressurreição, longe de negar ou anular esse exílio, dá-lhe uma dimensão completamente inaudita. A vocação do novo povo, neste aspeto, não é muito diferente da vocação do povo “antigo”.
Opinião
Será uma questão de tato, literalmente de ser tocados e de tocar, com a coragem, a inteligência e a paciência de quem se expõe ao Espírito a agir nos tempos e nos lugares, “o grande intérprete que conduz à verdade”.
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O Mário Linhares e o P. Nuno Branco, sj voltam a oferecer-nos este exercício de Fé e Arte, inspirados no Evangelho do VI Domingo da Páscoa.
Mário Linhares e o P. Nuno Branco, sj desentranham em traços e palavras o Evangelho em que se relata o diálogo em que Jesus se manifesta aos discípulos como o caminho para o Pai.
Mário Linhares e o P. Nuno Branco, sj desentranham em traços e palavras o Evangelho em que se relata a cena dos discípulos de Emaús e ajudam-nos a entrar nesta narrativa de São Lucas.
Quem está fora da Igreja e um dia resolva espreitar para dentro, certamente que não entenderá nada dos nossos rituais nem do nosso Credo. Mas certamente intuirá se somos ou não felizes.
Se um dia a humanidade for capaz de aproveitar novamente a energia do fogo, se a humanidade for capaz de capturar novamente a energia do amor, então, pela segunda vez na história do mundo, teremos descoberto o fogo.
Grande parte do fracasso de certos modelos de evangelização pode explicar-se pelo facto de se ignorar que as pessoas têm uma história para contar e que cada fio dessa história pode dialogar com a trama do evangelho de Jesus.