Estadistas e virtudes
Dirão que não há democracia sem luta política. Eu digo que a democracia precisa de paz para ser plena, eficaz e duradoura. A paz não significa falta de confronto, de crítica, da troca de ideias que nos faz crescer como pessoas.
Dirão que não há democracia sem luta política. Eu digo que a democracia precisa de paz para ser plena, eficaz e duradoura. A paz não significa falta de confronto, de crítica, da troca de ideias que nos faz crescer como pessoas.
Olhar as injustiças sob a lente do perdão: talvez seja esse o caminho para uma sociedade que não fecha portas e dá segundas oportunidades.
Viver sem água e sem eletricidade? Cozinhar a lenha, lá fora, mesmo nos dias mais frios e chuvosos, ou não ter água para ir à casa de banho? Até o simples carregar o computador para trabalhar é uma aventura.
Um dos problemas da teoria geral da inevitabilidade é que vai sempre surgir alguém com uma solução radical e milagrosa, que parecerá mais sedutora do que ficar de braços cruzados.
Numa conversa sobre as eleições, vários temas vão desfilando, sem que se encontrem forçosamente respostas. Um convite ao diálogo e um reconhecimento de que os desafios do nosso tempo são complexos e portanto não admitem soluções simplistas.
Olhando o passado recente, não há fórmula, receita ou mapa que nos valha. Mas há futuro.
Em tempo de extremismos e desconfiança, o voto iluminado pelos critérios cristãos e focado na construção do bem comum é cada vez mais necessário.
As eleições do final de abril no Canadá demonstram um efeito “Benjamin Button” conseguido por Marc Carney, o homem que rejuvenesceu a política canadiana para chegar a Primeiro-Ministro
A força da democracia não está na unanimidade, mas na capacidade de sustentar a diferença sem a anular.
Com um simples gesto, pode ajudar obras e organizações sociais ligadas à Companhia de Jesus a continuar a sua missão de serviço aos mais vulneráveis.