Tudo o que se passa na infância não fica na infância
Com a voz sempre embargada pelas emoções de quem se considera trabalhador da infância e que tudo fez, faz e fará para que todas as crianças deste país tenham direito a uma excelência na Infância.
Com a voz sempre embargada pelas emoções de quem se considera trabalhador da infância e que tudo fez, faz e fará para que todas as crianças deste país tenham direito a uma excelência na Infância.
Última conversa do Ponto de Cruz, dedicada ao tema das Migrações, junta, na Brotéria, o diretor geral adjunto do Serviço Jesuíta aos Refugiados, um representante do Vaticano, a responsável do CEPAC e uma investigadora universitária.
Porque deixam os migrantes a sua terra? O que tem dito a Igreja e o Papa Francisco sobre os direitos dos migrantes? E de que forma pode o nosso País contribuir para uma Europa que acolha com dignidade e respeito?
Publicação da habitual mensagem pontifícia sobre as migrações aconteceu, por coincidência, numa semana que terminará com as eleições para o Parlamento Europeu e em que o tema das migrações tem estado no centro do debate político.
Segunda conversa do Ponto SJ foi feita em parceria com a Fundação Gonçalo da Silveira e decorreu na Herdade Vale de Moura, em Évora. Em debate, as políticas ecológicas e o cuidado da Casa Comum.
O que dizem os Papas e os documentos da Igreja sobre o cuidado da Casa Comum? O que se entende por ecologia integral? O que é que, enquanto cristãos, devemos fazer para responder melhor a este apelo que é também o apelo dos pobres?
Com a natureza, tenho aprendido muito, e acredito que estas lições são sabedoria evidente para quem cá vive desde sempre. Tenho aprendido a investir o meu tempo e cuidado no que ainda não se vê motivada pela fé no futuro.
Para alcançar o desejado desenvolvimento, torna-se pois necessária uma cooperação entre os povos que vise o bem comum e seja capaz de ultrapassar os problemas que a todos dizem respeito.
Devemos comprometer-nos com uma agenda de esperança e confiança, um programa exequível e viável para o nosso futuro comum e uma mudança de sistema sem deixar ninguém para trás.
Cumprir as promessas do 25 de abril de 1974 não é um desiderato dos capitães de abril, mas um trabalho de todos nós e das gerações futuras. Cada um de nós tem um papel a desempenhar.