Colégio S. João de Brito suspende atividades
Decisão foi tomada como medida de precaução, depois de ter sido diagnosticado o novo coronavírus a um familiar de um aluno da escola.
Decisão foi tomada como medida de precaução, depois de ter sido diagnosticado o novo coronavírus a um familiar de um aluno da escola.
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Quando ouvimos, intuímos, sentimos, no nosso interior, que Deus nos ama mesmo e que Ele não consegue abandonar-nos, aí é que o nosso olhar se transforma. Então começamos a arriscar viver sem medo de confiar.
Hoje, os nossos filhos são parte da nossa angústia e uma pequena parte da nossa alegria. Quando pensamos demoradamente sobre eles, não é a alegria que nos ilumina, mas sim o medo.
Em 2018, no 2.º ano de escolaridade, 6,6% dos alunos foram retidos. Isto significa que cerca de 1,5 aluno em cada turma ficou para trás. Não são muitos em termos absolutos. Mas são demasiados em termos humanos.
Encontro incluirá conversas inspiradoras com especialistas de várias áreas, desde a psicologia, ao direito, passando pela comunicação, bem como testemunhos de famílias.
Para isso, por onde é que se começa? Por não esquecer de que centro só há um. Logo a seguir? Diria que é preciso perceber que, se é o aluno que está no centro, não é outra coisa.
Objetivamente somos todos cinzentos. No entanto, curiosamente, emocionalmente continuamos muitas vezes retidos nesta fase emotivo-infantil de ver o mundo a preto e branco.
No dia em que celebramos 29 anos da morte do Servo de Deus, Pedro Arrupe, SJ, que as suas palavras nos levem a pensar a nossa educação com os olhos postos em cada aluno e aluna que nos é confiado nesta missão de educar.
Educar supõe que o mundo tem um sentido e que a vida é portadora de uma promessa (Hannah Arendt). Acreditam nisto também os pós-modernos?