Abusos e (des)credibilidade da Igreja
Com Paulo, sonhamos com uma Igreja onde “já há não judeu nem grego, escravo nem homem livre, homem nem mulher, pois somos todos um em Cristo Jesus” (cf. Gal 3, 28).
Com Paulo, sonhamos com uma Igreja onde “já há não judeu nem grego, escravo nem homem livre, homem nem mulher, pois somos todos um em Cristo Jesus” (cf. Gal 3, 28).
Oitocentos anos depois da viagem profética de São Francisco somos nós os herdeiros de uma atitude evangélica que talvez seja hoje mais necessária que nunca.
Tintin, mais do que um herói, revela ser um ‘homem de carne e osso’. Apesar da sua força e da sua coragem, ele expõe toda a sua humanidade quando se emociona e quando é capaz de chorar por um amigo por quem arrisca a própria vida.
Mesmo para quem não se enquadra na mesma gaveta ideológica do atual Presidente da República, a figura de Marcelo Rebelo de Sousa mostra como as convicções religiosas podem fomentar uma cultura de diálogo.
Sem o “espírito de fraternidade”, corro o risco de defender (apenas) os meus direitos individuais, deixando desvanecer assim o seu caráter universal.
A História mostra-nos que a guerra consistiu, entre outras coisas, no culminar de uma cultura de confronto que se vai alimentando de políticas e desejos expansionistas e protecionistas.
Segundo Wenders, o resultado acabou por ser, não propriamente um filme sobre o Papa, mas sobretudo um filme com Francisco: um encontro, portanto. Mais do que um relato biográfico do Pontífice, um encontro com a pessoa que ele é.
Ver o corpo frágil de Bento XVI, aliado à serenidade do seu olhar, ajuda-nos a assumir a nossa natureza humana, na sua beleza, na sua fragilidade. Pressentir essa beleza faz-nos acreditar na dignidade da pessoa humana, assumindo-a como é.
O P. Andreas Lind sj é um dos onze padres que dá testemunho da sua vida na obra “Nós, os padres”, da Alêtheia Editores, que será apresentada no dia 27. Publicamos aqui, por antecipação, um excerto do seu contributo para este livro.
A crítica de Marx à religião estimula-nos a testemunhar cada vez mais efetivamente este zelo pela construção de um mundo mais justo: um zelo que não é exclusivo dos marxistas, pois é também cristão.