As fronteiras da dignidade humana
A sacralidade da vida humana (a sua dignidade) não depende de absolutamente mais nada para além dela mesma, querida e amada por Deus tal como é.
A sacralidade da vida humana (a sua dignidade) não depende de absolutamente mais nada para além dela mesma, querida e amada por Deus tal como é.
Vai ser debatida a importância da solidariedade na Europa e vão ser lembradas outras nacionalidades impactadas por esta problemática e por vezes esquecidas pela comunicação social, com testemunhos reais de refugiados acolhidos em Portugal.
Nas palavras do Papa Francisco: Uma Igreja sinodal é uma Igreja da escuta, ciente de que escutar ‘é mais do que ouvir’. É uma escuta recíproca, onde cada um tem algo a aprender.
Olhando para o século XX e as suas guerras mortíferas, é preciso tudo fazer para que 1914 não se repita, recusando o que recusou Karl Kraus, o jornalista e escritor satírico austríaco: “Sempre em frente, rumo à glória, marchamos!”.
Apesar de uma grande evolução, ignora-se frequentemente a vontade das crianças com a desculpa de que não sabem o que é melhor para elas, mesmo quando chegam à adolescência.
Em Portugal, segundo dados de 2016 da Conta Satélite da Economia Social, projeto desenvolvido entre o Instituto Nacional de Estatística e a Cooperativa António Sérgio, Economia Social, existem mais de 71 mil entidades da economia social.
A bússola tende a desafinar com a vida, fazendo-lhe perder o Norte. É necessário um esforço permanente de afinação. A contrariar a tendência da natureza egocentrada para viver Teocentrada.
Cerca de uma centena de colaboradores das Obras sociais dos jesuítas juntaram-se em Lisboa para a VII Assembleia Social. Um tempo de reflexão, partilha e encontro para ajudar a construir uma missão comum e partilhada.
Para defender a vida, não bastam proclamações de princípios, nem anátemas mais ou menos direcionados, mas são necessários atenção, proximidade, capacidade de escuta, por parte de todos os atores direta ou potencialmente envolvidos.
Portugal, no século XXI, é um estado nação menos coeso socialmente, mais diverso etnicamente, mais multicultural, do que o Portugal de 1974. Temos que adaptar o país a estas mudanças.