Coisas Escondidas
O filme opta pela simplicidade do argumento racional, apesar de os escritos de Franz mostrarem um nível de reflexão sobre a fé que está ausente do filme. Mas, talvez, bem.
O filme opta pela simplicidade do argumento racional, apesar de os escritos de Franz mostrarem um nível de reflexão sobre a fé que está ausente do filme. Mas, talvez, bem.
Na reportagem sobre as Monjas de Belém transmitida pela RTP encontramos um pai legitimamente preocupado com a sua filha expondo a sua questão a dois jornalistas desejosos de fazer de um problema de família um caso de polícia.
No Dia do Consagrado, que hoje se assinala, publicamos uma entrevista ao Irmão José da Silva Almeida jesuíta que vive em Braga onde integra a equipa diocesana dos Jovens em Caminhada e colabora com a Pastoral Vocacional da Arquidiocese.
E é por isso que é tão importante que haja pessoas que, em liberdade, escolhem um amor sem medidas. Um artigo de Filipe d’Avillez.
Esta semana a Brotéria sugere-nos um livro publicado pela primeira vez em 1688 e recentemente traduzido para português. Baseada em viagens pela África da autora Aphra Behn, Orunoko é a história homónima de um príncipe feito escravo.
Assinala-se no domingo o Dia do Consagrado. Neste artigo, Margarida Corsino fala sobre os religiosos, homens e mulheres, que foi conhecendo ao longo dos anos e da forma como o seu testemunho foi interpelando a sua vida.
O Padre Geral da Companhia de Jesus, Arturo Sosa, SJ, nomeou o P. Miguel Almeida, de 52 anos, Provincial da Companhia de Jesus em Portugal.
Publicamos um artigo de Leonídio Paulo Ferreira publicado pela primeira vez no DN de 9 de maio de 2016. Foi essa a primeira vista deste jornalista a Auschwitz. Marcas que ajudam a não esquecer.
Como podemos buscar, no que está escrito, uma inspiração espiritual que traga sentido novo – e relevante – à vida quotidiana? No domingo da Palavra de Deus, um texto para ajudar a ler a Bíblia.
Celebram-se, este domingo, 75 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz pelo exército vermelho. Ana Rita Bessa deixa-nos o seu testemunho: Um grito absorveu o som. O espaço absorveu a dor.