O erro (maior?) do Concílio Vaticano II
Afinal o problema não foi nem o latim a menos, nem a cautela a mais, mas a falta de “olho para o negócio” humano. Stephen Bullivant explica.
Afinal o problema não foi nem o latim a menos, nem a cautela a mais, mas a falta de “olho para o negócio” humano. Stephen Bullivant explica.
Um manifesto contra uma “redençãozinha” ou a fé na salvação dos últimos dos últimos.
Pode o demónio ensinar-nos algo sobre os evangelhos? José Luís Sicre responde.
Pela mão de Raymond Carver, redescobrindo a presença que habita as nossas ausências.
Este artigo quer ser, simplesmente, um convite.
Para a fé cristã, como para o judaísmo, a esmola é o princípio de uma “série” de “favores em cadeia”, na qual o próprio Deus é parte interessada e garante primeiro e máximo do “mecanismo”.
É urgente, por isso, fazer o elogio da mesa. Da mesa autêntica, daquela onde há lugar para todos e a palavra é livre. Porque a tentação, talvez a maior do nosso tempo, é de só nos sentarmos em mesas à medida da nossa mesquinhez.