Crónica de uma doença (não) anunciada
Viver com uma doença crónica não é fácil — e, se pudesse escolher, não a daria a ninguém. Mas também não é um fim: é uma outra forma de estar no mundo — limitada, sim, mas mais atenta, mais humana, mais inteira.
Viver com uma doença crónica não é fácil — e, se pudesse escolher, não a daria a ninguém. Mas também não é um fim: é uma outra forma de estar no mundo — limitada, sim, mas mais atenta, mais humana, mais inteira.
Andamos frequentemente num loop de atividades “non-stop”, o tempo disponível para parar e saber existir na nossa própria companhia é nulo.