«O Cabo do medo», um livro de Nuno Rogeiro
É pena que, num mundo de tantas “causas”, pareça haver tão pouco espaço para denunciar e combater em prol das populações massacradas em Moçambique.
É pena que, num mundo de tantas “causas”, pareça haver tão pouco espaço para denunciar e combater em prol das populações massacradas em Moçambique.
O Papa Emérito morreu nesta manhã de dia 31 de 2022, no Vaticano. Recuperamos o texto do P. Andreas Lind, publicado em 2020, que reflete sobre o gesto mais impactante do seu Pontificado: a sua renúncia.
Só quem é solidário, quem ama, será capaz de sacrificar as suas ideologias pela realidade que se impõe e renunciar aos interesses mais egoístas em benefício dos mais desprotegidos.
Personagem decisivo na queda do muro de Berlim, segundo Francisco, João Paulo II entrega-nos a herança das pontes que ainda podemos construir.
Tentemos agora não queimar tudo: o trigo e o joio ao mesmo tempo. Desde a sua fundação em 1964, L’Arche, através das pessoas que dão a vida por este projeto, tem feito muito bem a muita gente.
Independentemente da nacionalidade ou das ideologias cujos exércitos representam, os homens continuam a ser homens, seja em 1917 ou em 1991.
A afirmação de uma identidade individual, que apenas satisfaz a ambição de quem impõe o seu querer particular ao mundo, não permite que a singularidade manifestada seja acolhida pelos outros como um dom.
Dediquemos, então, um pouco de tempo a rezar o presépio, sem ocultar a cruz que lhe é própria. Deixemos Jesus nascer também nos nossos corações, sem medo de tornar santo o nosso natal.
Para além da grande mise en scène, o que pode salvar o filme de Meirelles é o retrato dos dois papas na sua humanidade e na sua capacidade de reconciliação. A crítica a um filme que está a marcar estes dias.
Acreditar mais na fraqueza da cruz do que na força de um Constantino.