Ser Gambozino no quotidiano

Ser gambozino (...) é conseguir ser um porto seguro para os outros e estar disponível para qualquer um. 

Fazer campos de verão e ir às atividades ao longo do ano é sempre entusiasmante e voltamos com o coração cheio de alegria e de vontade de fazer mais e melhor. E, é mesmo bom, perceber que maravilhas é que Jesus faz em nós durante os campos e que depois se transpõem para o nosso quotidiano. Por isso, perguntámos a duas gambozinas, a Francisca e a Nádia, como é viver o espírito gambozínico na sua rotina diária e o que é que os gambozinos significam para elas!

1)      Como é que é ser gambozino no teu dia-a-dia?

Nádia Santos: Ser gambozino no meu dia-a-dia é mega bom. A experiência de ter entrado nos Gambozinos foi incrível.

Francisca Pedrosa: Ser gambozino é querer ser mais e mais um exemplo de Jesus. Para mim, é conseguir ser um porto seguro para os outros e estar disponível para qualquer um.

2)      Qual foi o momento gambozínico que mais te marcou?

Nádia Santos: O momento gambozínico que mais me marcou foi o fim-de-semana no GAP! Esse fim-de-semana foi o mais marcante, porque fiz várias amizades e aproximou-me mais dos gambozinos. A partir daí, reabri-me mais às pessoas.

Francisca Pedrosa: Enquanto gambozina, já fiz dois campos e outras atividades, mas o momento que mais me marcou foi, sem dúvida, quando voltámos ao campo depois da caminhada deste ano. As caminhadas são sempre um momento de grande reflexão e descoberta e, nesta caminhada, apercebi-me de que há vários aspetos dentro de mim que me impedem de crescer enquanto pessoa/filha/irmã/amiga e que para ser capaz de dar o melhor de mim preciso de as enfrentar.

3)      O que é que te surpreende mais nos gambozinos e te faz continuar a vir às atividades?

Francisca Pedrosa: O mais surpreendente para mim é que todas as atividades são diferentes e isso faz-me querer ir sempre! É o facto de não saber o que esperar, mas saber que me vou divertir e, além disso, nos gambozinos há lugar para todos, sem ser preciso fingir que somos outras pessoas para nos integrarmos.

Nádia Santos: O facto de os Gambozinos estarem sempre lá para nós! É incrível ver a maneira como os gambozinos lidam com cada coisa que acontece. O que me faz querer ir às atividades é poder estar com amigos e amigas que fiz nas atividades, nos mini-campos e nos campos e  poder fazer novas amizades. Ir às atividades também me faz aprender coisas novas com os gambozinos.

Nádia Santos e Francisca Pedrosa