Ir ao Museu: Tesouros do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

A sugestão cultural da Brotéria leva-nos, desta vez, a uma visita guiada ao Museu da Ciência da Universidade Coimbra e à sua história.

A sugestão cultural da Brotéria leva-nos, desta vez, a uma visita guiada ao Museu da Ciência da Universidade Coimbra e à sua história.

Museu daAs coleções científicas da Universidade de Coimbra adquiriram um estatuto de salvaguarda no auge do Iluminismo português, na segunda metade do século XVIII, com a criação da instituição Museu em 1772. O primeiro museu universitário foi o Museu de História Natural, criado por decreto nos estatutos da Reforma Pombalina, Provisão de 16 de outubro de 1772, como estabelecimento de apoio ao ensino na recém-criada Faculdade de Philosophia ou de ciências (Franco, 1983). Correspondeu ao momento da introdução do ensino experimental das ciências naturais organizadas pela taxonomia de Lineu, com reflexo direto nos primeiros catálogos do Museu. Estes catálogos ou livros de registo dos espécimes que utilizavam a nomenclatura binomial permitiram uma nova organização do conhecimento da história natural, mas também das coleções dos exemplares nos armários e vitrinas, em especial da flora e da fauna e também da mineralogia e da geologia. Esta contribuição para a criação de nomenclaturas e thesaurus das ciências constituiu uma verdadeira revolução no desenvolvimento da museologia e dos sistemas de gestão de coleções dos museus, que mais tarde alastrou às outras áreas (Pearce, 1992).

A par do Museu foram criados outros estabelecimentos: o Gabinete de Física, o Laboratório Chimico e o Jardim Botânico também ligados a esta Faculdade; o Observatório astronómico na recém-criada Faculdade de Matemática; o Hospital, o Teatro Anatómico e o Dispensatório Farmacêutico na Faculdade de Medicina (Franco, 1983). Estes estabelecimentos viriam a tornar-se nos principais geradores de coleções científicas da Universidade. No início do séc. XXI, estas coleções (Mota, 2006) juntamente com o acervo do antigo Museu Nacional da Ciência e da Técnica (Duarte, 2007), integraram a ideia de se agregarem numa única instituição, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Em 2015, juntou-se também a coleção académica. O projeto tinha como objetivo criar sinergias para uma gestão atualizada das coleções, atingindo os padrões de conservação, salvaguarda e comunicação de instituições internacionais de referência seguindo as orientações do ICOM (Concelho Internacional dos Museus) e do Comité para os Museus e Coleções Universitárias (UMAC).

Os edifícios e o projeto

Para pôr em prática a reforma da Universidade, o Marquês procurou espaços disponíveis na Alta de Coimbra, próximos do núcleo do Paço das Escolas, tendo obtido autorização do Rei D. José para ocupar os edifícios devolutos do complexo jesuítico, na sequência da expulsão da Companhia de Jesus que o próprio havia ordenado em 1759. Parte do antigo Colégio de Jesus foi adaptada com projeto do arquiteto, tenente-coronel Guilherme Elsden para receber as Faculdades de Medicina e de Philosophia. Ficou destinado ao Museu e anfiteatros a ala Norte do 1º piso e ao Gabinete de Física, a ala Sul. O edifício passou a contar com uma nova fachada e uma nova entrada no lado nascente que se configurou num Largo, em frente ao Laboratório Chimico que ocupou o antigo refeitório e cozinhas jesuítas (Anacleto, 2009).

No ano 2000, iniciou-se o projeto de requalificação e adaptação a museu do Laboratório Chimico que configurou o primeiro núcleo do Museu da Ciência, inaugurado em 2006

No fim do séc. XIX, separam-se os núcleos do Museu em secções ligadas aos novos departamentos de Mineralogia e Geologia, Botânica, Zoologia e Antropologia. Botânica e Antropologia saíram do edifício para outros colégios, permanecendo a Zoologia nos espaços do primitivo Museu e em novas salas do antigo Hospital, e a Mineralogia e Geologia ocuparam salas em volta dos claustros.

No ano 2000, iniciou-se o projeto de requalificação e adaptação a museu do Laboratório Chimico que configurou o primeiro núcleo do Museu da Ciência, inaugurado em 2006, com uma exposição permanente sobre a luz e a matéria, numa temática transversal que pretendia mostrar as vantagens da interpretação integrada do acervo científico da Universidade (Mota, 2006). Projeto que abriu as coleções ao público de uma forma permanente com uma estrutura assente na gestão de coleções, divulgação, ação educativa e exposições atualizadas numa prefiguração daquilo que poderia configurar a requalificação do antigo Colégio de Jesus, restaurando os núcleos de história natural e de física. O Museu da Ciência através do projeto do Laboratório Chimico recebeu, entre outros, o Prémio Micheletti da EMYA (European Museum of the Year Award) em 2008 como reconhecimento de excelência (Simões et al, 2011; Simões & Casaleiro, 2017).

As coleções de História Natural

O tesouro das coleções fundadoras do Museu tem origem nos gabinetes do italiano, Domingos Vandelli, que foi convidado pelo Marquês, em 1772, para lecionar história natural e química na Faculdade de Philosophia. Médico e naturalista formado na Universidade de Pádua, encontrava-se em Lisboa desde 1768 envolvido na fundação do Real Jardim Botânico da Ajuda. Era um homem bem relacionado que mantinha importantes contactos com naturalistas europeus, entre os quais figurava Lineu. Ao encontro dos estatutos, o ensino experimental da história natural implicava a instalação e a organização do Museu, pelo que Vandelli levou da Ajuda o duplicado de uma coleção de espécimes dos três Reinos que ele próprio coligira. Para além desta coleção, Vandelli oferece o seu gabinete privado, que se encontrava em Pádua, para aquisição pela Universidade (Brigola, 2003). Este acervo criado na tradição europeia do colecionismo científico no Norte de Itália de setecentos, teve influência dos museus visitados em Pádua, Bolonha, Florença e Pisa. Continha espécimes de animais, plantas, minerais, fósseis e artefactos arqueológicos que Vandelli recolheu entre 1757 e 1763 em viagens pelo Norte de Itália, do Mar Tirreno ao Adriático, assim como amostras enviadas por amigos e naturalistas do Egipto, Grécia, Sicília, França e Alemanha. Estes objetos estavam dispostos em 28 armários cujo conteúdo foi resumido no catálogo que o próprio redigiu, Conspectus Musei Dominici Vandellii (Vandelli, 1768). A coleção era muito rica em minerais que ocupavam os primeiros quinze armários (I-XV), fósseis em seis armários (XVI ao XXI) e animais em quatro (XXII ao XXIV). O armário XXV continha preparações anatómicas do corpo humano. O armário XXVI tinha o herbário e o XXVII produtos vegetais. O último armário, XXVIII, continha uma coleção de antiguidades. A Universidade recebeu ainda outra coleção, em 1774, através do legado de José Rollem Van-Deck, Capitão de mar e guerra do Rei D. José (Brigola, 2003).

Em 1806, o Museu recebeu uma importante remessa do Real Museu da Ajuda, de cerca de 2.000 espécimes. Nesta amostra assumem protagonismo os exemplares recolhidos nas viagens filosóficas efetuadas sob o patrocínio da coroa no século XVIII (Casaleiro & Pereira, 2017). As viagens tinham como objetivo fazer o reconhecimento, demarcação geográfica e o levantamento das potencialidades económicas de cada região, no sentido da publicação de uma história natural das colónias que posicionasse Portugal entre as nações ilustradas da Europa. Os naturalistas que protagonizaram as viagens eram quatro brasileiros, que depois de concluírem os estudos em Coimbra, foram convidados por Vandelli a trabalhar no Real Museu da Ajuda. As viagens em África foram conduzidas por João Feijó, a Cabo Verde, Joaquim José da Silva, a Angola e Manuel Galvão da Silva, a Goa e Moçambique. A exploração do Brasil foi entregue a Alexandre Rodrigues Ferreira (Simon, 1983). Uma grande parte da remessa representa exemplares do Brasil, provenientes da viagem de Ferreira (entre os mamíferos, aves e répteis, 83% são provenientes do Brasil). Ferreira partiu de Lisboa em 1783 e regressou em 1792, tendo percorrido mais de 39.000 km: de Belém do Pará a Rio Negro, até Cuiabá no Mato Grosso. Foi acompanhado pelos “riscadores” ou desenhadores, José Joaquim Freire e Joaquim José Codina e o jardineiro Agostinho Joaquim do Cabo. O rigor dos registos e ilustrações e os milhares de espécimes enviados, são a prova da importância da Viagem. De regresso, Ferreira foi condecorado e nomeado vice-diretor do Real Museu (Casaleiro & Pereira, 2018). Salienta-se a coleção etnográfica de diferentes tribos dos índios da Amazónia, muitas já extintas, com mais de 400 artefactos (Areia et al, 1991) e a coleção de 68 peixes em herbário, colhida na embocadura do Amazonas. Esta última um tesouro do séc. XVIII, peixes envernizados montados sobre cartão segundo o método de Gronovius (1742) com filete e banda azul de acabamento, a espécie lineana, nomes comuns em português e tupi, olho folheado a ouro (Casaleiro et al, 2011).

Em 2016, nos duzentos anos da morte de Vandelli, a primeira sala do Gabinete de História Natural, integrada no circuito da Galeria de História Natural, foi reorganizada no sentido de recriar os gabinetes de Domingos Vandelli que fundaram o mais antigo museu público do país. Na segunda sala, foi instalada, em sete vitrinas da época, uma narrativa sobre as Viagens Filosóficas, encontrando-se em destaque o acervo, trazido do Brasil, por Alexandre Rodrigues Ferreira.

O Gabinete de Física

Outro tesouro do Museu da Ciência é o Gabinete de Física que se conserva como uma cápsula do tempo. Os instrumentos estão organizados de acordo com o manual de Física da época no mobiliário integro e as salas preservam ainda parte do pavimento calcário do séc. XVIII. O seu fundador foi o italiano João Antonio Dalla Bella, que o descreveu como “…hum dos mais copiosos, e magníficos Gabinetes da Europa”. No primeiro catálogo que elaborou em 1788, o Index Instrumentorum, eram enumerados 580 objetos dos quais restam cerca de 250 (Antunes & Pires, 2010). A localização, em duas salas contíguas em circuito fechado, terá contribuído para a sua conservação. De acordo com os especialistas, é notável e rara a preservação de quase metade do acervo de instrumentos setecentistas numa coleção didática universitária.

Dalla Bella formou-se em filosofia e medicina na Universidade de Pádua, onde foi discípulo de Giovanni Poleni e professor de física experimental. Em Pádua conviveu com o Teatro di Filosofia Sperimentale, fundado por Poleni em 1740. Foi o primeiro laboratório de física estabelecido numa universidade italiana, onde acumulou 400 instrumentos dos quais hoje sobrevivem cerca de 100 (Salandin, 1996).

Grande parte da coleção de instrumentos científicos do século XVIII de Coimbra, foi criada para o Colégio dos Nobres em Lisboa, de onde foi transferida em 1773. Muitos destes instrumentos foram ali construídos, os de madeira por Joaquim José dos Reis e os de metal pelos irmãos Schiappa Pietra que tinham a sua oficina na Real Fabrica. Em complemento, foram adquiridos instrumentos de precisão a reputados construtores ingleses entre os quais Adams, Nairne, Watkins, Dollond, Champneys, e a construtores italianos, Campani e Fabris. Esta coleção foi alvo de um estudo detalhado pelo historiador da ciência Rómulo de Carvalho em 1978 (Carvalho, 1978).

Um dos instrumentos mais emblemáticos do Gabinete, pela sua dimensão e origem na coleção real, é o Magnete chinês que era utilizado em experiências sobre a força magnética. Consiste numa magnetite de 12 kg oferecida pelo Imperador Kangxi ou por um vice-rei da China, através da intermediação dos Jesuítas no Oriente, ao rei D. João V em 1722. Este íman foi aparelhado em Lisboa, entre 1734 e 1741, por William Dugood, membro da Royal Society de Londres, e montado no interior de uma armação que representa a coroa real (Pereira & Pires, 2018). Ao acionar uma manivela, a coroa subia elevando um peso de 58 kg. Uma gravura datada de 1744-48 representa o Magnete chinês na biblioteca do Paço da Ribeira em Lisboa, o que o coloca como um sobrevivente do grande Terramoto de 1755.

Na outra sala, do início do século XIX, destaca-se no centro a coleção de grandes máquinas eletrostáticas. São aparelhos que produzem eletricidade por indução, ao friccionar um elemento de vidro contra um de couro ou de tecido. A carga negativa acumula-se numa das esferas e a carga positiva na outra extremidade, produzindo uma faísca ao aproximarem-se. A eletricidade e o eletromagnetismo eram os campos mais importantes da física na segunda metade do século XIX. Todos os instrumentos em geral têm uma configuração mais funcional, perdendo na maioria dos casos o caráter ornamental e decorativo da coleção de setecentos (Antunes & Pires, 2010).

A coleção de instrumentos científicos do Gabinete de Física foi recuperada e constituída Museu em 1938 por Mário Silva, professor de física da Universidade de Coimbra (Silva, 1939). Em 2010, foi integrada no Museu da Ciência e em 2016 reconhecida como Sítio Histórico da Sociedade Europeia de Física, devido à “…fantástica coleção de instrumentos científicos dos séc. XVIII e XIX que reflete de modo notável a evolução da Física nestes dois séculos” (EPS, 2016).

O Laboratório Chimico

O Laboratório Chimico, musealizado em 2006, representa o estabelecimento pombalino por excelência na sua arquitetura neoclássica introduzida pelo arquiteto Guilherme Elsden, em 1773. O projeto de requalificação salienta as características do edifício como “objeto” desenhado para o ensino da química do fogo em plena revolução química de Lavoisier. Os principais espaços configuram o anfiteatro de química, a sala de aulas práticas, onde se apresentam aspetos da química do século XVIII através de trabalhos práticos ali realizados e o grande laboratório traseiro na sua conceção destinado à fábrica de preparados químicos, onde se encontra o maior núcleo da exposição sobre a Luz e a Matéria (Casaleiro, 2005; Mota, 2006). A conservação dos equipamentos ligados à química do séc. XVIII, como o testemunho dos restos de um forno e as chaminés, e as estruturas que os substituíram no séc. XIX, numerosos hotes ou nichos de aspiração aliados a instrumentos científicos, torna-o num dos raros edifícios construídos apenas para este fim que foram preservados, um verdadeiro tesouro. Conserva ainda a memória do espaço do refeitório do Complexo Jesuítico, na sua maior parte presente no volume da sala traseira, onde se observam os vestígios de um púlpito e de três janelas, volume este que serviu de referência para a construção do Laboratório.

Em junho de 2013, a Universidade de Coimbra, Alta e Sofia foi reconhecida como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, e o antigo Colégio de Jesus ocupava o primeiro lugar do edificado com a segunda fase do Museu da Ciência (UC, 2013), projeto que lamentavelmente tem sido adiado. Em 2017, o consórcio formado pelas três mais antigas universidades portuguesas, que detêm o principal acervo científico nacional, obteve financiamento através dos projetos PRISC (Infraestrutura Portuguesa de Coleções Científicas para a Investigação) e PORBIOTA (E-Infraestrutura Portuguesa de informação e investigação em Biodiversidade) que vai permitir requalificar um importante espaço do edifício. No piso inferior e parte do piso de entrada, vão ser criadas condições para a instalação de reservas de coleções atualizadas, um laboratório de conservação e um estúdio fotográfico. Os recursos humanos e a aquisição de equipamentos através destas infraestruturas, já deram início à segunda fase do Museu da Ciência.

Nota: Este trabalho beneficiou da utilização da Infraestrutura de Coleções Científicas Portuguesas (PRISC.pt).


Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

Contactos e informações:
Largo Marquês de Pombal – 3000-272 COIMBRA
Telef: 239 854350 geral@museudaciencia.org
Marcações: reservas@uc.pt, 239242744, 239242743
Horário e Bilhetes

Galeria Académica – Terça a Sexta – 10H00-17H30, mediante marcação prévia (grupos)
Contactos: 239 857009, museuacademico@uc.pt

 


Créditos fotos:
1) Recriação dos Gabinetes de Vandelli, Galeria de História Natural, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Foto: P. Casaleiro & R. Lamanna – foto de capa
2) Espécime de peixe em herbário, Enxada, Guareruá, Chaetodipterus faber (Broussonet, 1782), Alexandre Rodrigues Ferreira, Pará, Brasil, 1783-92, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, MCUC, ZOO.000018. Foto: José Meneses
3) Sala Dalla Bella, séc. XVIII, Gabinete de Física, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Foto: Gilberto Pereira
4) Magnete chinês, Construtor William Dugood, Lisboa 1734-41, Paço da Ribeira e Colégio dos Nobres, Lisboa, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, MCUC, FIS.0290. Foto: Nuno Fevereiro
5) Sala de Aulas práticas do Laboratório Chimico, exposição Luz e Matéria, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Foto: Fernando Guerra


Bibliografia

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ANTUNES, Ermelinda R. & PIRES, Catarina 2010. “O Gabinete de Física da Universidade de Coimbra” in Lourenço, Marta & Granato, Marcus, Ed. Coleções Científicas Luso-Brasileiras: patrimônio a ser descoberto, MAST, Rio de Janeiro, pp:159-184. http://www.mast.br/images/pdf/publicacoes_do_mast/colecoes_cientificas_luso_brasileiras_patrimonio_a_ser_descoberto.pdf, 6 Janeiro 2019, 20:00.
BRIGOLA, João Carlos Pires 2003. Colecções, gabinetes e museus em Portugal no século XVIII, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
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CASALEIRO, Pedro J. Enrech & PEREIRA, Helena M. Martins Costa 2018. A exposição Natureza Exótica: Aspectos do acervo de Alexandre Rodrigues Ferreira na Universidade de Coimbra, Natureza, Agriculturas e Artes, v. 12, n. 1, pp:111-130. https://periodicos.ufpa.br/index.php/agriculturafamiliar/article/view/6081/4883, 6 Janeiro 2019, 18:00.
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* Os jesuítas em Portugal assumem a gestão editorial do Ponto SJ, mas os textos de opinião vinculam apenas os seus autores.


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