II Domingo de Advento – Até onde tenho de viajar
Cada um de nós, crentes, é portador da maior riqueza do mundo: o Evangelho. Cada um de nós é, como Maria, portador da Boa Nova.
Cada um de nós, crentes, é portador da maior riqueza do mundo: o Evangelho. Cada um de nós é, como Maria, portador da Boa Nova.
Nós não temos um corpo – nós somos corpo. O P. Nuno esclarece que corpo e alma não são partes soltas: são dimensões inseparáveis de quem somos – agora e na eternidade.
Cada presépio é uma manjedoura. São obras-primas de beleza em miniatura, diz o Papa Francisco, num exercício de imaginação criativa, que nos convida a fazer parte da história da salvação.
Embora frequentemente associado à antecipação do nascimento de Jesus, o termo «Advento» significa «chegada» e também pode se referir a outras chegadas significativas.
Oração é dar tempo só para Deus. O P. Nuno Tovar de Lemos, sj compara-a a cultivar uma amizade com alguém que nos ama.
A Igreja é a comunidade dos batizados que querem seguir Jesus Cristo. Entra-se na Igreja pelo batismo e permanece-se pela fé. Saiba mais sobre a origem desta palavra, sobre o que significa ser Igreja, na diversidade e na unidade.
Porque é que temos crises de fé e porque é que estas às vezes são oportunidades para crescer? Quais os meus atuais desafios de crescimento na fé? No novo episódio das Palavras caídas do céu, o P. Nuno Tovar de Lemos fala-nos de fé.
Graça é a própria doação de Deus a nós, para nosso bem. No episódio de hoje, o P. Nuno Tovar de Lemos reflete sobre o binómio graça e liberdade e nas formas como Deus se dá. Que graças estou eu a receber nesta fase da vida onde me encontro?
Deus: a maior palavra das palavras caídas do céu. Um Deus que é Pai, que nos escuta, com quem podemos falar. Jesus veio falar-nos Dele, trata-o por paizinho.
O objetivo do discernimento é, nas palavras de Santo Inácio, conhecer as moções que brotam na alma e buscar a vontade de Deus para a pôr em prática. É o tema do terceiro episódio de “Palavras caídas do céu”, com o P. Nuno Tovar de Lemos, sj