Serviço de escuta

O Serviço de Escuta é um espaço seguro destinado a acolher, escutar e apoiar pessoas que possam ter sido vítimas de abusos sexuais nas instituições da Companhia de Jesus. Aqui é possível fazer denúncias de abusos que tenham sido cometidos por jesuítas, funcionários, colaboradores ou voluntários, independentemente da data em que tenham ocorrido. Todas as denúncias e suspeitas são analisadas e investigadas. As vítimas podem encontrar aqui um ambiente acolhedor para falar e, se o desejarem, um acompanhamento pessoal e próximo que procurará atender às suas necessidades.

O Serviço de Escuta integra o Sistema de Proteção e Cuidado de Menores e Adultos Vulneráveis da Companhia de Jesus, em implementação nas instituições e organizações ligadas aos jesuítas, desde 2018.

Para contactar o Serviço de Escuta pode escrever para escutar@jesuitas.pt ou para Estrada da Torre, 26, 1750-296 Lisboa, ou ligar para o telefone 217 543 085, de segunda a sexta-feira, entre as 9h30 e as 18h.

DECLARAÇÃO

“Move-nos o desejo de acolher quem possa ter passado por este sofrimento”

Criamos o Serviço de Escuta, destinado a acolher e a apoiar estas possíveis vítimas e a receber denúncias de possíveis casos que possam nunca ter sido comunicados ou que, tendo sido, não foram devidamente tratados.

ENTREVISTA

“Podem confiar no nosso desejo sincero de conhecer e tratar os casos”

Sofia Marques explica que o Serviço de Escuta surge na sequência do trabalho já desenvolvido pelo Sistema de Proteção e Cuidado de Menores e Adultos Vulneráveis, implementado nas obras da Companhia de Jesus em Portugal desde 2018.

CAIXA DE PERGUNTAS

O que é e como funciona o Serviço de Escuta?

Através deste serviço, a Companhia de Jesus pretende conhecer e tratar eventuais situações de abusos sexuais que não tenham sido denunciados anteriormente ou que, tendo sido, não foram devidamente tratados.

NOTÍCIA

Jesuítas abrem Serviço de Escuta

O Serviço de Escuta deseja acolher, escutar e apoiar pessoas que possam ter sido vítimas de abusos sexuais que não foram relatados anteriormente à PPCJ ou que, tendo sido, não tenham recebido o tratamento adequado.